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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

"Metidos Num 31!" em estreia absoluta no Cartaxo




Estreia dia 23 de Novembro 
Centro Cultural do Cartaxo 
"Metidos Num 31!", de Frederico Corado e Vânia Calado
encenação de Frederico Corado
23, 24 e 30 de Novembro e 1 de Dezembro às 21.30H
25 de Novembro às 16.00H

A perfeita comédia para entrar no espírito da época está a chegar ao Cartaxo! Pela mão da Área de Serviço, com encenação de Frederico Corado chega “Metidos Num 31!”, uma peça de Frederico Corado e Vânia Calado que será a 25ª produção da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo.

Em Vilar dos Moços a sociedade é o centro do dia-a-dia da aldeia. São as conversas, os copos, os cafés, os esquecimentos e toda gente que por ali passa. Agora, a notícia da morte do senhorio e a chegada do herdeiro cheio de ideias de negócios abala toda a calmaria daquela aldeia.
O que fazer quando o novo proprietário da sociedade chega a Vilar dos Moços? Como impedir que a sociedade se transforme num alojamento local igual aos da grande cidade? Mentir. Ou melhor, embelezar a verdade. Pelo menos é assim que os habitantes de Vilar de Moços pensam e para salvar a colectividade são capazes de tudo, até de alterar a história de Portugal.
"Metidos num 31!" é uma comédia de situação, de enganos e mal entendidos sobre a força de vontade das pequenas aldeias e da importância das colectividades que hoje atravessam dificuldades para se manterem de portas abertas.

Uma comédia a não perder!

Com Mário Júlio, Mónica Coelho, Tomás Formiga, Carlos Ramos, Rosário Narciso, João Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Margarida Mascarenhas, Mauro Cebolo, João Taveira, Beatriz Dinis, Pedro Neves, Beatriz Lamarosa, Maria Inês Diniz e Inês Magalhães 
Encenação: Frederico Corado | Texto: Frederico Corado e Vânia Calado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação : Florbela Silva | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

domingo, 3 de junho de 2018

"Trisavó de Pistola à Cinta" regressa ao Cartaxo



É HOJE!
Encontramo-nos no Centro Cultural do Cartaxo às 16.00?
Domingo, dia 3, às 16 horas!

No ano em que Alice Vieira celebra os seus 75 anos, fomos buscar a nossa "Trisavó de Pistola à Cinta" e tendo em conta os muitos pedidos para voltar à cena, a Área de Serviço e o Centro Cultural do Cartaxo fazem a reposição desta encenação de Frederico Corado do conto de Alice Vieira.

Todas as famílias têm heróis, mas por vezes esses heróis vão ficando enterrados nas páginas ocultas das histórias pouco familiares das nossas famílias.

Noutros casos, como no da família de Benedita, os actos heróicos dos antepassados são conhecidos, divulgados e passados de geração em geração. Mas serão verdade?

É por isso que a família da Benedita se põe a caminho de Avelar de Cima (mesmo lá em cima…) para reconstruir os passos dessa grande heroína da família, a Trisavó Benedita, que veio até Lisboa na época das invasões francesas, de pistolas à cinta, à cata de franceses. Mas será que foi mesmo assim que tudo se passou…? E por vezes não será mais forte o mito do que a realidade?

Com Rita Camacho, Paulo Cabral, Gabriel SIlva, Frederico Corado, Mauro Cebolo, Rosário Narciso, Luis Silva e a participação especial de Alice Vieira (voz)

Texto de Frederico Corado a partir do livro de Alice Vieira | Encenação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Técnica: Miguel Sena e Rui Manel | Desenho de Luz: Bruno Santos | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Apoios Câmara Municipal do Cartaxo | Casa das Peles | JMFernandes | Sotinco | Tejo Rádio Jornal| Revista Dada | Jornal de Cá

As opiniões da estreia:
"Na estreia da "Trisavó de Pistola à Cinta" no Cartaxo. O que eu me ri!!!! Se puderem, vão lá ver! (...) Muito bem encenado, muito bem representado!!"
Alice Vieira

"Eu gostei MUITO. Muitas (ou todas) crianças deste País deviam ter acesso a este espetáculo!!"
Mário Júlio

"Que bela tarde! Que bela sessão! Que bom! Vão ver e divirtam-se!"
Maria Eduarda Colares

"El guión excepcional acompañada con una interpretación unica de 5*****, una excenificacion muy profesional
Mi mas sincera enhorabuena"
Jose Luis Abraham

Reservas: 243 701 600
cccultural@cm-cartaxo.pt

sexta-feira, 1 de junho de 2018

"Forja estreia em Junho no Cartaxo



“FORJA”
de Alves Redol
encenação de Frederico Corado
Centro Cultural do Cartaxo

ESTREIA A 15 de JUNHO - às 21.30h
Dias 15, 16 e 22 e 23 de Junho às 21.30 
Dias 17 de Junho às 16.00 

“Forja”, é o regresso da Área de Serviço aos grandes textos do teatro português!
Depois de “Crime de Aldeia Velha” de Bernardo Santareno e “Mar” de Miguel Torga, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes textos de grandes autores nacionais, desta vez “Forja” de Alves Redol, autor, entre outros, dos romances “Gaibéus”, “Marés”, “Avieiros” , “Porto Manso”, “Os Homens e as Sombras”, “Cavalo Espantado” ou “Barranco de Cegos”. 

“Forja” de 1948 foi proibido pela censura e só foi levado à cena em Portugal cerca de vinte e um anos mais tarde, no Teatro Laura Alves, com encenação de Jorge Listopad. 

Este espectáculo encenado por Frederico Corado, que encenou também as anteriores produções da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo, é uma história sobre os Malafaia que vivem para a forja e pela palavra do pai, um retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

No longo Prefácio que, em Abril de 1966, Alves Redol escreveu para a edição do volume Teatro I (que incluía as peças “Forja” e “Maria Emília”) o autor explica o profundo significado social e político desse magnífico texto: “A forja desta tragédia é Hiroxima, tão distante e tão perto de cada um de nós. Nela arderam homens como meus tios se queimaram em pequena forja de ferreiro, todos sacrificados à mesma mão incendiária que os devorou.”

O elenco será composto pelo elenco residente da Área de Serviço e por algumas caras novas que fazem parte do projecto de teatro comunitário.

Frederico Corado propõe com esta “Forja” um drama de uma época e de um tempo que vai com toda a certeza marcar os espectadores numa grande produção, cuidada e bem trabalhada como a Área de Serviço já habituou os seus espectadores nos grandes sucessos anteriores.

Sinopse
Os Malafaia vivem para a forja e pela palavra do pai. O retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

Com Mário Júlio, Sara Xavier, Carlos Ramos, Carolina Seia, Gabriel Silva, Richard Tomás, Tomás Formiga, Mónica Coelho, Rosário Narciso, João Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Rita Camacho, Beatriz Dinis, Inês Barreiro, Pedro Neves, Lara Canteiro, João Cruz, Jeanine Steuve e o Grupo Coral Os Alentejanos no Cartaxo 

Encenação: Frederico Corado | Texto: Alves Redol | Concepção Cenográfica: Carlos Ouro e Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio com a colaboração de Carlos Ouro e Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação e Dramatugia: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Apoio: Beatriz Lamarosa, Inês Barreiro, Renan Carrasco, Lucas Ollivier, Marcelly Magalhães e Layla Pavanelli |Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros
Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo
Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/6
Bilhetes: 5€
Reservas: 243 701 600 | 914338893
centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com

sexta-feira, 13 de abril de 2018

“Ai Jesus que se apagou a luz” estreia no Cartaxo!


“Ai Jesus que se apagou a luz” estreia no Cartaxo!
Comédia clássica inglesa estreia dia 20 de Abril
Dias 20, 21, 22, 27 e 28 de Abril 

Depois do estrondoso sucesso de “Pouco Barulho!” ou “Almoço de Família”, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes comédias, desta vez “Ai Jesus Que se Apagou a Luz” do grande dramaturgo inglês Peter Schaffer, autor de grandes peças como “Amadeus”, “Equus”, “Five Finger Exercise”, “The Royal Hunt of the Sun”, entre outras.

“Ai Jesus Que se Apagou a Luz” é uma comédia hilariante onde tudo corre mal e… às escura quando se funde um fusível…
Depois de duas grandes versões em Lisboa (nos anos 60 e 90), genialmente encabeçadas por Canto e Castro e Mário Viegas, chega agora a vez do Cartaxo receber esta “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz”!

O jovem escultor George Miller e a sua noiva, Carol, estão a fazer uma pequena festa com o objectivo de impressionar o intempestivo pai de Carol, o coronel Melkett e o milionário Georg Bamberger. Eles esperam que os dois homens possam comprar algumas das esculturas de Brindsley. Sem pedir ao seu vizinho, Harold, vão buscar os móveis a sua casa para tornar o seu próprio apartamento mais apresentável. Pouco antes da chegada dos convidados, um fusível rebenta, mergulhando todo o plano na escuridão. O que se segue é uma correria frenética com visitantes inesperados, identidades trocadas e surpresas à espreita em todos os cantos sombrios! Apenas nós, a plateia, podemos ver o que se passa no escuro. Como seria de esperar, os resultados são caóticos, desastrosos… e extraordinariamente divertidos

Na História do Teatro Português, a peça “Black Comedy” tem duas produções absolutamente históricas. Em 1967, com estreia no Teatro Villaret, em Lisboa, a 22 de Julho, estreia com o título “O Fusível”, numa produção de Raul Solnado, com encenação de Artur Ramos, com tradução de Armando Sampaio Ramos, cenário de Pedro Leitão e com as interpretações de Canto e Castro, Humberto Madeira e Raul Solnado, Barroso Lopes, Fernanda Borsatti, Henriqueta Maya e Júlia Babo, Luis Pinhão, Manuela de Freitas, o espectáculo iria depois em digressão ao Porto, ao Teatro Sá da Bandeira.
Em 1995 a peça voltava aos palcos portugueses, desta vez no Estúdio do Teatro Municipal de São Luiz pela Companhia Teatral do Chiado numa encenação de Mário Viegas, com o título “Comédia às Escuras”, desta vez com as interpretações de João Carracedo, Juvenal Garcês, Manuela Cassola, Mário Viegas, Pedro Tavares, Rita Lello e Sandra Faleiro.

Com André Diogo, Sara Inês, Mário Júlio Reis, Rosário Narciso, Carlos Ramos, Mauro Cebolo e Mónica Coelho 

Encenação: Frederico Corado | Texto: Peter Schaffer | Tradução: Maria Eduarda Colares | Adaptação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |
Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros
Centro Cultural do Cartaxo

ESTREIA A 20 de ABRIL - às 21.30h
Dias 21, 27 e 28 de Abril às 21.30 
Dia 22 de Abril às 16.00
Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico
Centro Cultural do Cartaxo
Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/6
Bilhetes: 5€ 
Reservas: 243 701 600 | 914338893
centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com 


terça-feira, 7 de novembro de 2017

Almoço de Família no Centro Cultural do Cartaxo


“ALMOÇO DE FAMÍLIA”
de Frederico Corado 
Centro Cultural do Cartaxo
Cartaxo 
ESTREIA A 24 de Novembro - às 21.30h
Dias 24 e 25 de Nov., 1 e 2 de Dez. às 21.30 
Dia 26 de Nov às 16.00 

Info e reservas:
CCC - 243 701 600 
Área de Serviço - 914 338 893 

A perfeita comédia para dar início ao espírito de Natal está a chegar ao Cartaxo! Pela mão da Área de Serviço, com encenação de Frederico Corado chega “Almoço de Família”, uma peça de Frederico Corado e Vânia Calado que será a 21ª produção da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo.
A Família Vigário reúne-se ao domingo, como habitualmente, para o almoço de família. O que não é habitual é o que se passa essa tarde: entre o montar da árvore de Natal, o vizinho Adelino e a sua tia, o cozido frio, a avó Isabel e os dois Zés, o almoço não corre como seria de esperar porque a família vai ter uma pequena surpresa. Afinal o que é a vida em família se não uma sucessão de pequenas surpresas?

Será que tudo o que parece, é? Uma comédia portuguesa e à portuguesa, servida como um bom cozido, e ainda regada com intriga, suspense, mistério, mas acima de tudo muita diversão. Venha rir com a família Vigário! Eles estão à sua espera para almoçar!

Será este o conto do vigário?

Uma comédia a não perder!

Um texto original de Frederico Corado com a colaboração de Vânia Calado no Centro Cultural do Cartaxo a encerrar o ano em que se celebram cinco anos de vida da Área de Serviço. Este espectáculo reúne algumas caras já conhecidas do elenco da Área de Serviço, Mário Júlio, André Diogo, Sara Xavier, João Nunes, Margarida Leonor, Carolina Seia Viana, João Paulo, Tomás Formiga e a estreia de Richard Tomás, aluno do Curso de Verão da Área de Serviço.

Com Mário Júlio, André Diogo, Sara Xavier, João Nunes, Margarida Leonor, Carolina Seia Viana, João Paulo, Tomás Formiga e Richard Tomás

Encenação: Frederico Corado | Texto: Frederico Corado e Vânia Calado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio Contra-Regra: Carolina Parente, Luis Silva| Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | Crédito Agricoa | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico
Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/6
Bilhetes: 5€ 
Info e reservas:
CCC - 243 701 600 
Área de Serviço - 914 338 893 
ou
centroculturalcartaxo@gmail.com | areacartaxoreservas@gmail.com


quarta-feira, 19 de abril de 2017

"Bolero" estreia a 5 de Maio no Cartaxo



"Bolero” 
encenação de Frederico Corado
5, 6, 12 e 13 de Maio às 21.30 Horas
7 de Maio às 16.00 Horas
no Centro Cultural do Cartaxo

Info e reservas:
CCC - 243 701 600 (quarta a sábado das 15.00 às 22.00)
Área de Serviço - 914 338 893 (segunda a segunda das 9.00 às 20.00) 
ou centroculturalcartaxo@gmail.com e areacartaxoreservas@gmail.com



Num Portugal dos anos 50, dominado pelo medo e pela opressão, Cesário hesita entre cumprir o serviço militar obrigatório ou arriscar a fuga para um exílio forçado.
No dia em que não pode adiar mais a decisão, Cesário, desde o café da manhã até ao último copo da noite, com os amigos, vai-se cruzando com as personagens que, de um modo ou de outro, fazem parte da sua vida e da sua Lisboa. A cada encontro, Cesário vai ficando mais indeciso: o medo de uma guerra que mata a razão ou o medo de um exílio que mata o coração? Entre dois medos, qual escolher? E será que Cesário ainda vai a tempo de escolher, ou o medo já escolheu por ele?
Com Gabriel Silva, Vânia Calado, André Diogo,  Carlos Ramos, Carolina Seia Viana,  Ana Rita Oliveira,  João Nunes, João Vitor, Sara Xavier, Frederico Corado, Mauro Cebolo, Tomás Formiga, Sara Margarida,  Norberto Nunes, Luis Silva, João Paulo, Mário Júlio, Cátia Nogueira, Sara Inês, Inês Custódio, António Calado, Beatriz Devessa e Daniela Ramos

Encenação: Frederico Corado | Texto: José Carretas e Manuel Cintra | Música Original: Fernando Mota e Gonçalo Pratas | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Desenho ao vivo : Carlos Ouro | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo
Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Central de Cervejas | Água de Luso | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Info e reservas:
CCC - 243 701 600 (quarta a sábado das 15.00 às 22.00)
Área de Serviço - 914 338 893 (segunda a segunda das 9.00 às 20.00) 
ou centroculturalcartaxo@gmail.com e areacartaxoreservas@gmail.com

quinta-feira, 16 de março de 2017

A Fuga dos Instrumentos



Numa colectividade igual a tantas outras, os instrumentos ganham vida depois do ensaio terminar. Felismina Flautim, Tomásia Trombone, Baltazar Bombo e Serafina Saxofone já estão naquela banda há muito tempo, Fausto Ferrinhos acabou de chegar e já se percebeu que não faz muito mais do que dormir e reclamar com fome. É essa fome que faz com o que os cinco amigos partam em busca de comida seguindo o aroma delicioso do arroz-doce da Tia Antonieta. Mas para lá chegar têm de arranjar maneira de sair da colectividade sem que ninguém os veja. Ninguém pode saber que os instrumentos podem falar e andar quando ninguém está a ver, mas será que eles conseguem ser discretos até chegar ao arroz-doce? E será que sobrevivem a todos os percalços que vão aparecendo? Ou será que se arma uma confusão de notas e instrumentos desafinados?

com Sara Margarida, Carolina Seia Viana, Gabriel Silva, Carlos Ramos e Ana Rita Oliveira

Texto de Vânia Calado | Encenação: Frederico Corado | Cenografia: Frederico Corado e Mário Júlio | Adereços: Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço: Frederico Corado, Mário Júlio, Florbela Silva e Vânia Calado com a assistência de Carolina Seia Viana e Sara Margarida |  Ilustração e Grafismo: Raquel Carvalho | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e a Câmara Municipal do Cartaxo
Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

Biblioteca Apaixonada


Em 1998, o actor Camacho Costa estreava, com grande sucesso, o recital “Biblioteca Apaixonada”, com o qual percorreu todo o país (continente e ilhas) levando a poesia portuguesa das páginas dos livros à voz viva de um grande actor.
Em 2017 um segundo volume desta Biblioteca volta à estrada pela mão de Frederico Corado, numa homenagem a Camacho Costa, a quem tanto todos devemos, não só como actor, mas neste trabalho de divulgador de poesia.
O objectivo deste projecto é tornar vivas as palavras dos poetas portugueses, desde as cantigas de amigo à poesia contemporânea, e contribuir para o estabelecimento de uma relação mais íntima entre o público e a poesia, numa teia de cumplicidades entre quem diz e quem ouve.

Selecção, Encenação e Interpretação: Frederico Corado | Cenografia: Frederico Corado e Mário Júlio | Apoio técnico e dj: Miguel Sena  | Produção da Área de Serviço: Frederico Corado, Mário Júlio, Florbela Silva e Vânia Calado com a assistência de Carolina Seia Viana e Sara Margarida |  Assistente de Encenação: Vânia Calado | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e a Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Central de Cervejas| Água do Luso | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

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Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/4
Bilhetes: Entrada Livre
Info e reservas:
CCC - 243 701 600
Área de Serviço - 914 338 893
ou
 centroculturalcartaxo@gmail.com | areacartaxoreservas@gmail.com

Morto, Mas Pouco!

Não, não é mentira, é já dia 1 de Abril que a Área de Serviço começa as comemorações do seu quinto ano com a estreia de um espectáculo de criação colectiva sobre a morte e os nossos medos de a enfrentar.
Perante a evidência de um facto para todos indiscutível: a sua própria morte, Alberto Trocato recusa-se a ocupar o lugar de honra na grande encenação que é o seu funeral - dentro do caixão. Morto, mas pouco, ele insiste em que o seu lugar é neste mundo, deitando por terra todas as convenções, pondo todos loucos à sua volta e instalando o caos em redor de um caixão vazio.

Só que estas coisas não são exactamente como nós queremos e um morto, quer esteja morto, ou não, só tem um lugar: o caixão!

E agora, Trocato, como é?

Baseado nas diversas representações da morte no teatro e no cinema, este espectáculo é uma divertida comédia que celebra os cinco anos de existência da Área de Serviço numa metáfora que nos dá que pensar e que nos faz rir muito.

Frederico Corado leva à cena no Centro Cultural do Cartaxo este espectáculo num ano em que se celebram cinco anos de vida da Área de Serviço e reúne neste “Morto, Mas Pouco!” elementos dos vários elencos das peças que foram sendo feitas nos últimos cinco anos bem como alguns estreantes.


Com Gabriel Silva, Vânia Calado, Sara Inês, Maria José Cerqueira, Marta Cabete, Carolina Seia Viana, Mena Caetano, Virginia Teófilo, João Vitor, Ana Rita Oliveira, Luis Silva, Mário Júlio, Aureliana Campanacho, Amélia Martins, Joana Pinheiro, António Calado, Carolina Parente, Beatriz Devesa, Jeanine Steuve, Marco Fernandes, Sara Margarida, João Morgado, Cátia Nogueira, Norberto de Sousa

Encenação: Frederico Corado | Texto: Criação colectiva | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Central de Cervejas | Água de Luso | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

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Centro Cultural do Cartaxo
Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/12
Bilhetes: 5€
Info e reservas:
CCC - 243 701 600
Área de Serviço - 914 338 893
ou
 centroculturalcartaxo@gmail.com | areacartaxoreservas@gmail.com

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

"Mar" de Miguel Torga estreia no Cartaxo

“MAR”
de Miguel Torga
encenação de Frederico Corado
Centro Cultural do Cartaxo

ESTREIA A 18 de NOVEMBRO - às 21.30h
Dias 18, 19 e 28 de Novembro às 21.30
Dias 20 e 27 de Novembro às 16.00



​​
“MAR”, o grande clássico do notável autor português Miguel Torga será a próxima estreia da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo a 18 de Novembro.

Quando conhecemos o Domingos, reconhecemos de imediato nele a marca de alguém que é diferente, que transporta em si todas as esperanças daqueles homens de quem Torga diz que “é o mar que os cria é o mar que os leva”. Com Domingos, sentimos que pode ser diferente. E, no entanto, ele é apenas mais um pescador dos que se reúnem na taberna a contar histórias do mar e da vida. Só que Domingos conta histórias diferentes, de sereias e marinheiros que, enfeitiçados pelo seu canto, partiram para não mais voltar. Mas para que quer Domingos saber de sereias e feitiços, se o prende à terra o amor para sempre de Rita? Com casamento marcado para quando regressar de campanha na Terra Nova, Domingos faz-se uma vez mais ao mar. Será a lenda mais forte do que o amor?

A 17ª produção da Área de Serviço que conta já com grandes sucessos no seu reportório como “Um Marido Ideal”, "O Crime De Aldeia Velha”, “As Alegres Comadres De Windsor”, “Nápoles Milionária”, “Pânico”, “Trisavó De Pistola À Cinta”, “O Inspector Geral”, “8 Mulheres”, “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, “Pouco Barulho”, “Autópsia de Um Crime”, ou “A Princesa de Galochas”, será “Mar”, uma história de pescadores numa aldeia piscatória de Portugal, num texto extraordinário desse grande poeta que é Miguel Torga.

Foi com uma citação de Miguel Torga que Marcelo Rebelo de Sousa concluiu o seu discurso de tomada de posse: “O difícil para cada português não é sê-lo; é compreender-se. Nunca soubemos olhar-nos a frio no espelho da vida. A paixão tolda-nos a vista. Daí a espécie de obscura inocência com que actuamos na História”.

“Mar” encenado por Frederico Corado, que encenou também as anteriores produções da Área de Serviço no C.C.C., é uma história de pescadores que lutam diariamente pela sua subsistência contra um mar que lhe dá a sobrevivência mas lhe tira a vida.

Esta produção da Área de Serviço reúne o elenco fixo da companhia, assim como um elenco composto por pessoas do concelho do Cartaxo e arredores selecionadas numa audição no espirito já bem enraizado em algumas das nossas produções do chamado “teatro comunitário”, bem como vontades e a colaboração de empresas, lojistas e particulares do Concelho e é o regresso do teatro comunitário que desde “O Escândalo nas Notícias da Noite” não subia ao palco do CCC.

Uma História de “Mar”
Ao longo da História do Teatro Português, o “Mar” tem duas produções absolutamente históricas. Em 1958, com estreia no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, a 29 de Abril foi apresentado pelo Teatro Experimental do Porto, numa encenação e arranjo cénico de António Pedro com um telão de Manuel Lima, com as interpretações de Dalila Rocha (Mariana), Alda Rodrigues (Silvino), Fernanda Gonçalves (Rita), Cândida Lacerda (Capitolina), Cândida Maria (Cacilda), João Guedes (Bernardo), Baptista Fernandes (Arrais), José Pina (Pescador), Madalena Braga (A Mãe), Ruy Furtado (Valadão) e Vasco de Lima Couto (Domingos). O espectáculo fez apenas 4 representações neste Teatro, embora com lotações quase esgotadas, dados os compromissos do Sá da Bandeira, e da programação do próprio TEP. Miguel Torga assiste ao espectáculo dia 28 de Abril.

Anos mais tarde, em 1966, a 5 de Maio, estreava no Teatro Gil Vicente pelo Teatro Experimental de Cascais numa encenação de Carlos Avilez outra versão de “Mar”, desta vez a cenografia estava a cargo do mestre Almada Negreiros e a interpretação era de Luísa Neto (Mariana), António Feio, na sua estreia no teatro com apenas onze anos (como rapaz), Zita Duarte (Rita), Fernanda Coimbra (Capitolina), Mirita Casimiro (Cacilda), Filipe La Féria (3º Pescador), Rui Anjos (1º Pescador), Manuel Cavaco (2º Pescador), Santos Manuel (Manuel Valdão), Serge Farkas (Mudo), João Vasco (Domingos), Glicínia Quartin (Mãe do Rapaz), João Coimbra (Arrais) e Marília Costa (mulher). Miguel Torga assiste ao espectáculo dia 28 de Maio.

Desde então algumas foram as companhias que levaram “Mar” à cena, não tantas como seria de esperar quando se trata de um texto tão notável, entre elas estão: Teatro Moderno da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (Lisboa – 1946), CITAC (Coimbra|Teatro Avenida - 1957), com encenação de Paulo Quintela, Teatro da Universidade de Londres (Londres – 1950) com encenação de Ruben A., que também faz, neste mesmo ano, uma adaptação do espectáculo para a BBC, Grupo Activo de Teatro Amador (Gadanha da Nazaré – 1974) com encenação de Humberto Costa, Associação Música Nova (Pernes - 2003) com encenação de Vicente Batalha, Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul (Lisboa - 2014) com encenação de José Boavida, Xenas – Grupo de Teatro Amador do Caramulo (Tondela - 2007) com encenação e adaptação de Tiago Laborim, Loucomotiva Grupo de Teatro de Taveiro, etc


Com Carolina Seia Viana, Mário Júlio, Vânia Calado, Rosário Narciso, Ana Ribeiro, Sara Xavier, Gabriel Silva, Tomás Formiga, Carlos Ramos, António Calado, Miguel Viegas, João Paulo, José Falagueira, Sara Inês, Marta Cabete, Luis Silva, João Vitor, Carolina Parente, Joana Pinheiro, Jeanine Steuve, Maria José Cerqueira.
Texto de Miguel Torga | Encenação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo
Apoios: Câmara Municipal da Nazaré | Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré| Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros
Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo
Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/12
Bilhetes: 5€
Info e reservas:
CCC - 243 701 600 (quarta a domingo das 15.00 às 22.00)
Área de Serviço - 914 338 893 (segunda a segunda das 9.00 às 23.00)
ou centroculturalcartaxo@gmail.com | areacartaxoreservas@gmail.com

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

"A Princesa de Galochas" regressa ao Centro Cultural do Cartaxo!

​“A PRINCESA DE GALOCHAS”
de Vânia Calado
Encenação de Frederico Corado
Centro Cultural Município do Cartaxo

Dia 2 de OUTUBRO às 16.00


​Regressa ao Centro Cultural do Cartaxo depois de várias sessões esgotadas para as escolas do concelho do Cartaxo, "A Princesa de Galochas", desta vez para o público em geral!

Dia 2 de Outubro às 16.00h, "A Princesa de Galochas" quer a companhia de todos no Centro Cultural Município do Cartaxo!

Vai ser uma tarde em grande!

"A Princesa de Galochas" de Vânia Calado encenação de Frederico Corado com Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva

Continuando o trabalho direcionado para o público mais jovem, a Área de Serviço estreia um novo espectáculo. Desta vez um original da autora Vânia Calado.

Depois de “A Trisavó de Pistola à Cinta” de Alice Vieira e “A Volta ao Mundo em 80 Dias” a partir do romance de Jules Verne, levamos à cena “A Princesa de Galochas” de Vânia Calado, autora nascida no Cartaxo (Vale da Pinta).

Direcionado para o público infantil “A Princesa de Galochas” é uma adaptação feita pela autora do seu livro infantil homónimo e que com esta peça faz a sua estreia na escrita de teatro infantil. A experiência de Vânia Calado na escrita teatral começou com o projecto “Pânico!” juntamente com Frederico Corado (que encena “A Princesa de Galochas”) e passou depois pela tradução de “Noises Off!”.

Foi a ligação de Vânia Calado com a terra onde nasceu e a horta que o seu avô tinha onde plantava batatas, tomate, alfaces, entre outras coisas, que lhe deu a ideia de escrever “A Princesa de Galochas” que chega dia 8 de Maio ao palco do Círculo Cultural Scalabitano com encenação de Frederico Corado e as interpretações de Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva.

Vânia Calado propõe com esta “A Princesa de Galochas” um aproximar dos mais novos à terra, às hortas, às tradições e ao estar com produtos de vêm da terra, com os animais e com os mais velhos, bem como algumas reflexões sobre temas muito actuais.

SINOPSE

Marta é curiosa e quer descobrir o que há na horta onde o avô passa tanto tempo. O problema é que o avô não o deixa ir porque está tudo cheio de lama, há água por todo o lado e não é um sítio muito seguro. É a avó Céu que resolve este problema quando oferece um par de galochas cor de rosa à neta. Mas não são umas galochas normais, são mágicas, e só assim é que ela pode entrar na horta.

Quando ela consegue entrar na horta, bem protegida com as suas galochas, o avô explica-lhe tudo sobre espantalhos e plantações de batatas. A horta é enorme e há sempre alguma coisa para descobrir, qualquer tradição ligada a enxadas, bidons e sementes. No meio de tanta descoberta, Marta encontra a Mariana Batata, uma batata com aspirações a general e o Amilcar Tomate. Os dois têm uma missão muito importante para ela. Será que a nossa Princesa de Galocha consegue ajudar os seus amigos?


​​​Texto de Vânia Calado | Encenação: Frederico Corado | Cenografia: Frederico Corado e Mário Júlio | Adereços: Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço: Frederico Corado, Mário Júlio, Florbela Silva e Vânia Calado com a assistência de Carolina Seia Viana e Sara Margarida | Grafismo: Cátia Garcia | Ilustração: Raquel Carvalho | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e a Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreadeServicoTeatroInfantil

Circulo Cultural Município do Cartaxo
Rua 5 de Outubro,, 2070-059 Cartaxo
Cartaxo
Teatro . M/2
Info e reservas - 243701600 (quarta a domingo das 15h-22h) centroculturalcartaxo@gmail.com

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

"Autópsia de Um Crime" em Setúbal no Fórum Municipal Luísa Todi



A "Autópsia de Um Crime" vai viajar até Setúbal e ser recebida no Fórum Municipal Luísa Todi. É já dia 21 de Outubro (sim, vai aparecer quando menos se esperar) e os bilhetes já estão à venda na bilheteira on line, é só seguir o link!

https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/40073-sleuth_autopsia_de_um_crime-forum_municipal_luisa_todi/

"Autópsia de Um Crime"
de Anthony Schaffer
encenação de Frederico Corado
com Frederico Corado e André Diogo

Fórum Municipal Luísa Todi
Dia 21 de Outubro às 21.30 (abertura das portas às 21.00)
Preços
1ª Plateia - 9€2ª Plateia - 9€Balcão - 7€

Andrew Wyke, escritor milionário de policiais, e o jovem Milo Tindle têm algo em comum: a mulher de Andrew e amante de Tindle. Procurando a melhor forma de se livrar do casamento sem que isso lhe saia do bolso, em forma de pensão, Andrew propõe um negócio a Milo.
Este simulará um assalto à casa e Andrew receberá da companhia de seguros o valor das joias roubadas. O problema é que, entre os dois, as coisas não correm pelo melhor e a única coisa em que cada um está interessado é em tramar o outro. A situação atinge rapidamente o nível do intolerável, degenerando as disputas entre Andrew e Milo numa guerra sem tréguas.
"Sleuth" é considerado um dos maiores thrillers teatrais, tendo ganho o Tony para Melhor Peça e inspirado duas versões cinematográficas.

Texto de Anthony Schaffer | Encenação e Tradução: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Carolina Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica : Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Caracterização: Ana Paula Raposo | Riging: António Cordeiro | Contra-Regra: Carolina Viana e Sara Margarida | Fotografia: Vitor Neno Grafismo: Cátia Garcia| Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Aluminio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | JOM | Guia dos Teatros

terça-feira, 7 de junho de 2016

"A Princesa de Galochas" em Vale da Pedra

Hoje foi dia de levar "A Princesa de Galochas" vai até às crianças de Vale da Pedra!
O sucesso foi enorme! E o entusiasmo do nosso público fica, novamente, demonstrado nestas fotografias no Centro Social de Vale da Pedra! Obrigado a todos!

"A Princesa de Galochas" de Vânia Calado encenação de Frederico Corado com Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva

Marta é curiosa e quer descobrir o que há na horta onde o avô passa tanto tempo. O problema é que o avô não o deixa ir porque está tudo cheio de lama, há água por todo o lado e não é um sítio muito seguro. É a avó Céu que resolve este problema quando oferece um par de galochas cor de rosa à neta. Mas não são umas galochas normais, são mágicas, e só assim é que ela pode entrar na horta. 
Quando ela consegue entrar na horta, bem protegida com as suas galochas, o avô explica-lhe tudo sobre espantalhos e plantações de batatas. A horta é enorme e há sempre alguma coisa para descobrir, qualquer tradição ligada a enxadas, bidons e sementes. No meio de tanta descoberta, Marta encontra a Mariana Batata, uma batata com aspirações a general e o Amilcar Tomate. Os dois têm uma missão muito importante para ela. Será que a nossa Princesa de Galocha consegue ajudar os seus amigos?

Texto de Vânia Calado | Encenação: Frederico Corado | Cenografia: Frederico Corado e Mário Júlio | Adereços: Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço: Frederico Corado, Mário Júlio, Florbela Silva e Vânia Calado com a assistência de Carolina Seia Viana e Sara Margarida | Grafismo: Cátia Garcia | Ilustração: Raquel Carvalho | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e a Câmara Municipal do Cartaxo 
Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Aluminio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | JOM | Guia dos Teatros ‪#‎princesadegalochas‬ ‪#‎areadeservicoctx‬










quarta-feira, 1 de junho de 2016

"A Princesa de Galochas" em Pontével no Dia Mundial da Criança

Hoje, Dia Mundial da Criança, foi dia de levar "A Princesa de Galochas" vai até às crianças de Pontével!
O sucesso foi enorme! E o entusiasmo do nosso público fica, novamente, demonstrado nestas fotografias na Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense! Obrigado a todos!

"A Princesa de Galochas" de Vânia Calado encenação de Frederico Corado com Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva

Marta é curiosa e quer descobrir o que há na horta onde o avô passa tanto tempo. O problema é que o avô não o deixa ir porque está tudo cheio de lama, há água por todo o lado e não é um sítio muito seguro. É a avó Céu que resolve este problema quando oferece um par de galochas cor de rosa à neta. Mas não são umas galochas normais, são mágicas, e só assim é que ela pode entrar na horta. 
Quando ela consegue entrar na horta, bem protegida com as suas galochas, o avô explica-lhe tudo sobre espantalhos e plantações de batatas. A horta é enorme e há sempre alguma coisa para descobrir, qualquer tradição ligada a enxadas, bidons e sementes. No meio de tanta descoberta, Marta encontra a Mariana Batata, uma batata com aspirações a general e o Amilcar Tomate. Os dois têm uma missão muito importante para ela. Será que a nossa Princesa de Galocha consegue ajudar os seus amigos?

Texto de Vânia Calado | Encenação: Frederico Corado | Cenografia: Frederico Corado e Mário Júlio | Adereços: Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço: Frederico Corado, Mário Júlio, Florbela Silva e Vânia Calado com a assistência de Carolina Seia Viana e Sara Margarida | Grafismo: Cátia Garcia | Ilustração: Raquel Carvalho | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e a Câmara Municipal do Cartaxo 
Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Aluminio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | JOM | Guia dos Teatros ‪#‎princesadegalochas‬ ‪#‎areadeservicoctx‬









sexta-feira, 27 de maio de 2016

"A Princesa de Galochas" | Vale da Pinta

















Hoje foi dia de levar "A Princesa de Galochas" vai até às crianças de Vale da Pinta! 
O sucesso foi enorme! E o entusiasmo do nosso público fica demonstrado nestas fotografias na Sociedade Cultural e Recreativa de Vale da Pinta! Obrigado a todos!

"A Princesa de Galochas" de Vânia Calado encenação de Frederico Corado com Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva

Texto de Vânia Calado | Encenação: Frederico Corado | Cenografia: Frederico Corado e Mário Júlio | Adereços: Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço: Frederico Corado, Mário Júlio, Florbela Silva e Vânia Calado com a assistência de Carolina Seia Viana e Sara Margarida | Grafismo: Cátia Garcia | Ilustração: Raquel Carvalho | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e a Câmara Municipal do Cartaxo 
Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Aluminio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | #princesadegalochas #areadeservicoctx

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Área de Serviço regressa ao teatro infantil com "A Princesa de Galochas"


Depois de “A Trisavó de Pistola à Cinta” de Alice Vieira e “A Volta ao Mundo em 80 Dias” a partir do romance de Jules Verne, levamos à cena “A Princesa de Galochas” de Vânia Calado, autora nascida no Cartaxo (Vale da Pinta).
Direcionado para o público infantil “A Princesa de Galochas” é uma adaptação feita pela autora do seu livro infantil homónimo e que com esta peça faz a sua estreia na escrita de teatro infantil. A experiência de Vânia Calado na escrita teatral começou com o projecto “Pânico!” juntamente com Frederico Corado (que encena “A Princesa de Galochas”) e passou depois pela tradução de “Noises Off!”. 
Foi a ligação de Vânia Calado com a terra onde nasceu e a horta que o seu avô tinha onde plantava batatas, tomate, alfaces, entre outras coisas, que lhe deu a ideia de escrever “A Princesa de Galochas” que chega ao Teatro Taborda – Circulo Cultural Scalabitano com encenação de Frederico Corado e as interpretações de Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva. 
A estreia do espectáculo foi exclusiva para as escolas do concelho com duas sessões, uma às 11.00 e outra às 14.00, “A Princesa de Galochas” e agora segue viagem até Santarém onde terá uma sessão dia 8 de Maio no Teatro Taborda – Circulo Cultural Scalabitano e depois em Outubro uma sessão de novo no Centro Cultural do Cartaxo para o público em geral. 
Vânia Calado propõe com esta “A Princesa de Galochas” um aproximar dos mais novos à terra, às hortas, às tradições e ao estar com produtos de vêm da terra, com os animais e com os mais velhos, bem como algumas reflexões sobre temas muito actuais.