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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Os habitantes de Vilar de Moços #2: Mário Júlio Reis (Américo Dias)



Mário Júlio Reis (Américo Dias)
Começou no teatro em 1976, depois das experiências escolares, no teatro universitário. Estudou expressão dramática e teatral na Escola do Magistério Primário do Porto com o Professor Francisco Beja, Ainda no Porto fez parte, como actor do Grupo T5: teatro de intervenção para a infância.
No Cartaxo trabalhou em teatro para crianças desenvolvendo uma corrente baseada na manipulação de objectos do quotidiano com o TAC - Teatro Amadores Combate, do qual fez parte da formação.
Membro da Direção da Associação Regional de Santarém do Teatro de Amadores. Formador de Expressão Dramática do Centro de Atividades Pedagógicas do Norte do Distrito de Santarém. Formador de Expressão Teatral e de Teatro de Fantoches do FAOJ de Santarém. Formador de Expressão Dramática e Coreográfica do Centro de Formação da Associação de Escolas do Cartaxo e Azambuja.
Actualmente dirige o Kaspiadas – Grupo Cénico da Casa do Povo de Pontével onde encenou o espectáculo para a infância “Farruncha”.
É sócio fundador da Área de Serviço onde é responsável pela montagens e construção cenográfica e fez parte dos espectáculos “O Marido Ideal”, “O Crime de Aldeia Velha”, “As Alegres Comadres de Windsor”, “O Inspector Geral”, “Pânico”, “Pânico nas Masmorras de Ourique”, “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, “para lá do Pânico!”, “Escândalo nas Notícias da Noite”, “Pouco Barulho!”, “Mar”, “Morto, Mas Pouco!”,  "Almoço de Família", "Ai Jesus Que se Apagou a Luz" e "A Forja".

“METIDOS NUM 31!"
de Frederico Corado e Vânia Calado
encenação de Frederico Corado
Centro Cultural do Cartaxo
ESTREIA A 23 de NOVEMBRO - às 21.30h
23, 24 e 30 de Novembro e 1 de Dezembro às 21.30H
25 de Novembro às 16.00H

RESERVE JÁ! ►: CCC - 243 701 600
Área de Serviço - 914 338 893

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

"Metidos Num 31!" em estreia absoluta no Cartaxo




Estreia dia 23 de Novembro 
Centro Cultural do Cartaxo 
"Metidos Num 31!", de Frederico Corado e Vânia Calado
encenação de Frederico Corado
23, 24 e 30 de Novembro e 1 de Dezembro às 21.30H
25 de Novembro às 16.00H

A perfeita comédia para entrar no espírito da época está a chegar ao Cartaxo! Pela mão da Área de Serviço, com encenação de Frederico Corado chega “Metidos Num 31!”, uma peça de Frederico Corado e Vânia Calado que será a 25ª produção da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo.

Em Vilar dos Moços a sociedade é o centro do dia-a-dia da aldeia. São as conversas, os copos, os cafés, os esquecimentos e toda gente que por ali passa. Agora, a notícia da morte do senhorio e a chegada do herdeiro cheio de ideias de negócios abala toda a calmaria daquela aldeia.
O que fazer quando o novo proprietário da sociedade chega a Vilar dos Moços? Como impedir que a sociedade se transforme num alojamento local igual aos da grande cidade? Mentir. Ou melhor, embelezar a verdade. Pelo menos é assim que os habitantes de Vilar de Moços pensam e para salvar a colectividade são capazes de tudo, até de alterar a história de Portugal.
"Metidos num 31!" é uma comédia de situação, de enganos e mal entendidos sobre a força de vontade das pequenas aldeias e da importância das colectividades que hoje atravessam dificuldades para se manterem de portas abertas.

Uma comédia a não perder!

Com Mário Júlio, Mónica Coelho, Tomás Formiga, Carlos Ramos, Rosário Narciso, João Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Margarida Mascarenhas, Mauro Cebolo, João Taveira, Beatriz Dinis, Pedro Neves, Beatriz Lamarosa, Maria Inês Diniz e Inês Magalhães 
Encenação: Frederico Corado | Texto: Frederico Corado e Vânia Calado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação : Florbela Silva | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Mário Júlio Reis é o Pai em "Forja"



Mário Júlio Reis (Pai)
Começou no teatro em 1976, depois das experiências escolares, no teatro universitário. Estudou expressão dramática e teatral na Escola do Magistério Primário do Porto com o Professor Francisco Beja, Ainda no Porto fez parte, como actor do Grupo T5: teatro de intervenção para a infância.
No Cartaxo trabalhou em teatro para crianças desenvolvendo uma corrente baseada na manipulação de objectos do quotidiano com o TAC - Teatro Amadores Combate, do qual fez parte da formação.
Membro da Direção da Associação Regional de Santarém do Teatro de Amadores. Formador de Expressão Dramática do Centro de Atividades Pedagógicas do Norte do Distrito de Santarém. Formador de Expressão Teatral e de Teatro de Fantoches do FAOJ de Santarém. Formador de Expressão Dramática e Coreográfica do Centro de Formação da Associação de Escolas do Cartaxo e Azambuja.
Actualmente dirige o Kaspiadas – Grupo Cénico da Casa do Povo de Pontével onde encenou o espectáculo para a infância “Farruncha”.
É sócio fundador da Área de Serviço onde é responsável pela montagens e construção cenográfica e fez parte dos espectáculos “O Marido Ideal”, “O Crime de Aldeia Velha”, “As Alegres Comadres de Windsor”, “O Inspector Geral”, “Pânico”, “Pânico nas Masmorras de Ourique”, “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, “para lá do Pânico!”, “Escândalo nas Notícias da Noite”, “Pouco Barulho!”, “Mar”, “Morto, Mas Pouco!”,  "Almoço de Família" e "Ai Jesus Que se Apagou a Luz".

“FORJA”
de Alves Redol
encenação de Frederico Corado
Centro Cultural do Cartaxo
ESTREIA A 15 de JUNHO - às 21.30h
Dias 15, 16 e 22 e 23 de Junho às 21.30 
Dias 17 de Junho às 16.00 

RESERVE JÁ! ►: CCC - 243 701 600
Área de Serviço - 914 338 893

"Forja estreia em Junho no Cartaxo



“FORJA”
de Alves Redol
encenação de Frederico Corado
Centro Cultural do Cartaxo

ESTREIA A 15 de JUNHO - às 21.30h
Dias 15, 16 e 22 e 23 de Junho às 21.30 
Dias 17 de Junho às 16.00 

“Forja”, é o regresso da Área de Serviço aos grandes textos do teatro português!
Depois de “Crime de Aldeia Velha” de Bernardo Santareno e “Mar” de Miguel Torga, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes textos de grandes autores nacionais, desta vez “Forja” de Alves Redol, autor, entre outros, dos romances “Gaibéus”, “Marés”, “Avieiros” , “Porto Manso”, “Os Homens e as Sombras”, “Cavalo Espantado” ou “Barranco de Cegos”. 

“Forja” de 1948 foi proibido pela censura e só foi levado à cena em Portugal cerca de vinte e um anos mais tarde, no Teatro Laura Alves, com encenação de Jorge Listopad. 

Este espectáculo encenado por Frederico Corado, que encenou também as anteriores produções da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo, é uma história sobre os Malafaia que vivem para a forja e pela palavra do pai, um retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

No longo Prefácio que, em Abril de 1966, Alves Redol escreveu para a edição do volume Teatro I (que incluía as peças “Forja” e “Maria Emília”) o autor explica o profundo significado social e político desse magnífico texto: “A forja desta tragédia é Hiroxima, tão distante e tão perto de cada um de nós. Nela arderam homens como meus tios se queimaram em pequena forja de ferreiro, todos sacrificados à mesma mão incendiária que os devorou.”

O elenco será composto pelo elenco residente da Área de Serviço e por algumas caras novas que fazem parte do projecto de teatro comunitário.

Frederico Corado propõe com esta “Forja” um drama de uma época e de um tempo que vai com toda a certeza marcar os espectadores numa grande produção, cuidada e bem trabalhada como a Área de Serviço já habituou os seus espectadores nos grandes sucessos anteriores.

Sinopse
Os Malafaia vivem para a forja e pela palavra do pai. O retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

Com Mário Júlio, Sara Xavier, Carlos Ramos, Carolina Seia, Gabriel Silva, Richard Tomás, Tomás Formiga, Mónica Coelho, Rosário Narciso, João Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Rita Camacho, Beatriz Dinis, Inês Barreiro, Pedro Neves, Lara Canteiro, João Cruz, Jeanine Steuve e o Grupo Coral Os Alentejanos no Cartaxo 

Encenação: Frederico Corado | Texto: Alves Redol | Concepção Cenográfica: Carlos Ouro e Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio com a colaboração de Carlos Ouro e Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação e Dramatugia: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Apoio: Beatriz Lamarosa, Inês Barreiro, Renan Carrasco, Lucas Ollivier, Marcelly Magalhães e Layla Pavanelli |Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros
Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo
Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/6
Bilhetes: 5€
Reservas: 243 701 600 | 914338893
centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Mário Júlio Reis é Coronel Melkett em "Ai Jesus Que Se Apagou a Luz"


Mário Júlio Reis (Coronel Melkett)
Começou no teatro em 1976, depois das experiências escolares, no teatro universitário. Estudou expressão dramática e teatral na Escola do Magistério Primário do Porto com o Professor Francisco Beja, Ainda no Porto fez parte, como actor do Grupo T5: teatro de intervenção para a infância.
No Cartaxo trabalhou em teatro para crianças desenvolvendo uma corrente baseada na manipulação de objectos do quotidiano com o TAC - Teatro Amadores Combate, do qual fez parte da formação.
Membro da Direção da Associação Regional de Santarém do Teatro de Amadores. Formador de Expressão Dramática do Centro de Atividades Pedagógicas do Norte do Distrito de Santarém. Formador de Expressão Teatral e de Teatro de Fantoches do FAOJ de Santarém. Formador de Expressão Dramática e Coreográfica do Centro de Formação da Associação de Escolas do Cartaxo e Azambuja.
Actualmente dirige o Kaspiadas – Grupo Cénico da Casa do Povo de Pontével onde encenou o espectáculo para a infância “Farruncha”.
É sócio fundador da Área de Serviço onde é responsável pela montagens e construção cenográfica e fez parte dos espectáculos “O Marido Ideal”, “O Crime de Aldeia Velha”, “As Alegres Comadres de Windsor”, “O Inspector Geral”, “Pânico”, “Pânico nas Masmorras de Ourique”, “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, “para lá do Pânico!”, “Escândalo nas Notícias da Noite”, “Pouco Barulho!”, “Mar”, “Morto, Mas Pouco!” e "Almoço de Família".

“AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ”
de Peter Shaffer
encenação de Frederico Corado
Centro Cultural do Cartaxo
ESTREIA A 20 de ABRIL - às 21.30h
Dias 21, 27 e 28 de Abril 2018 às 21.30
Dia 22 de Abril 2018 às 16.00

RESERVE JÁ! ►: CCC - 243 701 600
Área de Serviço - 914 338 893

“Ai Jesus que se apagou a luz” estreia no Cartaxo!


“Ai Jesus que se apagou a luz” estreia no Cartaxo!
Comédia clássica inglesa estreia dia 20 de Abril
Dias 20, 21, 22, 27 e 28 de Abril 

Depois do estrondoso sucesso de “Pouco Barulho!” ou “Almoço de Família”, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes comédias, desta vez “Ai Jesus Que se Apagou a Luz” do grande dramaturgo inglês Peter Schaffer, autor de grandes peças como “Amadeus”, “Equus”, “Five Finger Exercise”, “The Royal Hunt of the Sun”, entre outras.

“Ai Jesus Que se Apagou a Luz” é uma comédia hilariante onde tudo corre mal e… às escura quando se funde um fusível…
Depois de duas grandes versões em Lisboa (nos anos 60 e 90), genialmente encabeçadas por Canto e Castro e Mário Viegas, chega agora a vez do Cartaxo receber esta “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz”!

O jovem escultor George Miller e a sua noiva, Carol, estão a fazer uma pequena festa com o objectivo de impressionar o intempestivo pai de Carol, o coronel Melkett e o milionário Georg Bamberger. Eles esperam que os dois homens possam comprar algumas das esculturas de Brindsley. Sem pedir ao seu vizinho, Harold, vão buscar os móveis a sua casa para tornar o seu próprio apartamento mais apresentável. Pouco antes da chegada dos convidados, um fusível rebenta, mergulhando todo o plano na escuridão. O que se segue é uma correria frenética com visitantes inesperados, identidades trocadas e surpresas à espreita em todos os cantos sombrios! Apenas nós, a plateia, podemos ver o que se passa no escuro. Como seria de esperar, os resultados são caóticos, desastrosos… e extraordinariamente divertidos

Na História do Teatro Português, a peça “Black Comedy” tem duas produções absolutamente históricas. Em 1967, com estreia no Teatro Villaret, em Lisboa, a 22 de Julho, estreia com o título “O Fusível”, numa produção de Raul Solnado, com encenação de Artur Ramos, com tradução de Armando Sampaio Ramos, cenário de Pedro Leitão e com as interpretações de Canto e Castro, Humberto Madeira e Raul Solnado, Barroso Lopes, Fernanda Borsatti, Henriqueta Maya e Júlia Babo, Luis Pinhão, Manuela de Freitas, o espectáculo iria depois em digressão ao Porto, ao Teatro Sá da Bandeira.
Em 1995 a peça voltava aos palcos portugueses, desta vez no Estúdio do Teatro Municipal de São Luiz pela Companhia Teatral do Chiado numa encenação de Mário Viegas, com o título “Comédia às Escuras”, desta vez com as interpretações de João Carracedo, Juvenal Garcês, Manuela Cassola, Mário Viegas, Pedro Tavares, Rita Lello e Sandra Faleiro.

Com André Diogo, Sara Inês, Mário Júlio Reis, Rosário Narciso, Carlos Ramos, Mauro Cebolo e Mónica Coelho 

Encenação: Frederico Corado | Texto: Peter Schaffer | Tradução: Maria Eduarda Colares | Adaptação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |
Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros
Centro Cultural do Cartaxo

ESTREIA A 20 de ABRIL - às 21.30h
Dias 21, 27 e 28 de Abril às 21.30 
Dia 22 de Abril às 16.00
Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico
Centro Cultural do Cartaxo
Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/6
Bilhetes: 5€ 
Reservas: 243 701 600 | 914338893
centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com 


quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Mário Júlio é José em "Almoço de Família"


Mário Júlio Reis
Começou no teatro em 1976, depois das experiências escolares, no teatro universitário. Estudou expressão dramática e teatral na Escola do Magistério Primário do Porto com o Professor Francisco Beja, Ainda no Porto fez parte, como actor do Grupo T5: teatro de intervenção para a infância.
No Cartaxo trabalhou em teatro para crianças desenvolvendo uma corrente baseada na manipulação de objectos do quotidiano com o TAC -  Teatro Amadores Combate, do qual fez parte da formação.
Membro da Direção da Associação Regional de Santarém do Teatro de Amadores. Formador de Expressão Dramática do Centro de Atividades Pedagógicas do Norte do Distrito de Santarém. Formador de Expressão Teatral e de Teatro de Fantoches do FAOJ de Santarém. Formador de Expressão Dramática e Coreográfica do Centro de Formação da Associação de Escolas do Cartaxo e Azambuja.
Actualmente dirige o Kaspiadas – Grupo Cénico da Casa do Povo de Pontével onde encenou o espectáculo para a infância “Farruncha”.
É sócio fundador da Área de Serviço onde é responsável pela montagens e construção cenográfica e fez parte dos espectáculos  “O Marido Ideal”, “O Crime de Aldeia Velha”, “As Alegres Comadres de Windsor”, “O Inspector Geral”, “Pânico”, “Pânico nas Masmorras de Ourique”, “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, “para lá do Pânico!”, “Escândalo nas Notícias da Noite”, “Pouco Barulho!”,  “Mar” e “Morto, Mas Pouco!”.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Almoço de Família no Centro Cultural do Cartaxo


“ALMOÇO DE FAMÍLIA”
de Frederico Corado 
Centro Cultural do Cartaxo
Cartaxo 
ESTREIA A 24 de Novembro - às 21.30h
Dias 24 e 25 de Nov., 1 e 2 de Dez. às 21.30 
Dia 26 de Nov às 16.00 

Info e reservas:
CCC - 243 701 600 
Área de Serviço - 914 338 893 

A perfeita comédia para dar início ao espírito de Natal está a chegar ao Cartaxo! Pela mão da Área de Serviço, com encenação de Frederico Corado chega “Almoço de Família”, uma peça de Frederico Corado e Vânia Calado que será a 21ª produção da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo.
A Família Vigário reúne-se ao domingo, como habitualmente, para o almoço de família. O que não é habitual é o que se passa essa tarde: entre o montar da árvore de Natal, o vizinho Adelino e a sua tia, o cozido frio, a avó Isabel e os dois Zés, o almoço não corre como seria de esperar porque a família vai ter uma pequena surpresa. Afinal o que é a vida em família se não uma sucessão de pequenas surpresas?

Será que tudo o que parece, é? Uma comédia portuguesa e à portuguesa, servida como um bom cozido, e ainda regada com intriga, suspense, mistério, mas acima de tudo muita diversão. Venha rir com a família Vigário! Eles estão à sua espera para almoçar!

Será este o conto do vigário?

Uma comédia a não perder!

Um texto original de Frederico Corado com a colaboração de Vânia Calado no Centro Cultural do Cartaxo a encerrar o ano em que se celebram cinco anos de vida da Área de Serviço. Este espectáculo reúne algumas caras já conhecidas do elenco da Área de Serviço, Mário Júlio, André Diogo, Sara Xavier, João Nunes, Margarida Leonor, Carolina Seia Viana, João Paulo, Tomás Formiga e a estreia de Richard Tomás, aluno do Curso de Verão da Área de Serviço.

Com Mário Júlio, André Diogo, Sara Xavier, João Nunes, Margarida Leonor, Carolina Seia Viana, João Paulo, Tomás Formiga e Richard Tomás

Encenação: Frederico Corado | Texto: Frederico Corado e Vânia Calado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio Contra-Regra: Carolina Parente, Luis Silva| Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | Crédito Agricoa | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico
Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/6
Bilhetes: 5€ 
Info e reservas:
CCC - 243 701 600 
Área de Serviço - 914 338 893 
ou
centroculturalcartaxo@gmail.com | areacartaxoreservas@gmail.com


quinta-feira, 16 de março de 2017

A Fuga dos Instrumentos



Numa colectividade igual a tantas outras, os instrumentos ganham vida depois do ensaio terminar. Felismina Flautim, Tomásia Trombone, Baltazar Bombo e Serafina Saxofone já estão naquela banda há muito tempo, Fausto Ferrinhos acabou de chegar e já se percebeu que não faz muito mais do que dormir e reclamar com fome. É essa fome que faz com o que os cinco amigos partam em busca de comida seguindo o aroma delicioso do arroz-doce da Tia Antonieta. Mas para lá chegar têm de arranjar maneira de sair da colectividade sem que ninguém os veja. Ninguém pode saber que os instrumentos podem falar e andar quando ninguém está a ver, mas será que eles conseguem ser discretos até chegar ao arroz-doce? E será que sobrevivem a todos os percalços que vão aparecendo? Ou será que se arma uma confusão de notas e instrumentos desafinados?

com Sara Margarida, Carolina Seia Viana, Gabriel Silva, Carlos Ramos e Ana Rita Oliveira

Texto de Vânia Calado | Encenação: Frederico Corado | Cenografia: Frederico Corado e Mário Júlio | Adereços: Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço: Frederico Corado, Mário Júlio, Florbela Silva e Vânia Calado com a assistência de Carolina Seia Viana e Sara Margarida |  Ilustração e Grafismo: Raquel Carvalho | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e a Câmara Municipal do Cartaxo
Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

Morto, Mas Pouco!

Não, não é mentira, é já dia 1 de Abril que a Área de Serviço começa as comemorações do seu quinto ano com a estreia de um espectáculo de criação colectiva sobre a morte e os nossos medos de a enfrentar.
Perante a evidência de um facto para todos indiscutível: a sua própria morte, Alberto Trocato recusa-se a ocupar o lugar de honra na grande encenação que é o seu funeral - dentro do caixão. Morto, mas pouco, ele insiste em que o seu lugar é neste mundo, deitando por terra todas as convenções, pondo todos loucos à sua volta e instalando o caos em redor de um caixão vazio.

Só que estas coisas não são exactamente como nós queremos e um morto, quer esteja morto, ou não, só tem um lugar: o caixão!

E agora, Trocato, como é?

Baseado nas diversas representações da morte no teatro e no cinema, este espectáculo é uma divertida comédia que celebra os cinco anos de existência da Área de Serviço numa metáfora que nos dá que pensar e que nos faz rir muito.

Frederico Corado leva à cena no Centro Cultural do Cartaxo este espectáculo num ano em que se celebram cinco anos de vida da Área de Serviço e reúne neste “Morto, Mas Pouco!” elementos dos vários elencos das peças que foram sendo feitas nos últimos cinco anos bem como alguns estreantes.


Com Gabriel Silva, Vânia Calado, Sara Inês, Maria José Cerqueira, Marta Cabete, Carolina Seia Viana, Mena Caetano, Virginia Teófilo, João Vitor, Ana Rita Oliveira, Luis Silva, Mário Júlio, Aureliana Campanacho, Amélia Martins, Joana Pinheiro, António Calado, Carolina Parente, Beatriz Devesa, Jeanine Steuve, Marco Fernandes, Sara Margarida, João Morgado, Cátia Nogueira, Norberto de Sousa

Encenação: Frederico Corado | Texto: Criação colectiva | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Central de Cervejas | Água de Luso | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo
Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/12
Bilhetes: 5€
Info e reservas:
CCC - 243 701 600
Área de Serviço - 914 338 893
ou
 centroculturalcartaxo@gmail.com | areacartaxoreservas@gmail.com

sábado, 26 de novembro de 2016

Dez Perguntas a Mário Júlio

(Mário Júlio com Carolina Seia Viana)

1 Quem é que interpreta em “Mar”
Manuel Valadão

2 Descreva um pouco o seu percurso. (formação teatral, que peças já fez, onde começou a fazer teatro, em que companhias já fez teatro, se esta é a sua estreia ou não, etc)
Porra, nunca mais saía daqui… não é a minha estreia, mas é como se fosse!

3 Há alguma cena de “Mar” que goste mais de interpretar?
O abraço da velha Capitolina!!

4 Qual é a sua fala preferida do espectáculo?
«Fiz o que pude…» A sério: «A ti Mariana é mal empregada para a gente. A praia não merece a alma que vossemecê tem.»

5 Tem algum ritual antes do espectáculo?
Sim: descontração muscular geral, massagem facial, respiração.

6 Qual era o seu papel de sonho?
 Nunca pensei nisso!

7 Quem é o seu herói dos bastidores?
Acho que não entendo a pergunta: mas depende de grupo para grupo. No grupo atual (será esta a pergunta?) é a senhora/atriz que mantem todo o espetáculo de pé: a Mariana!! Que coragem… devia fazer musculação!!

8 Qual é o seu local preferido do teatro?
A plateia.

9 Qual é o seu momento em palco mais memorável, a que tenha assistido ou que tenha participado e que o/a tenha marcado?
Há muito tempo que me não lembrava: no Circo Paris, interpretando o papel de faz-tudo entertainer, um rapazinho veio por-me no bolso uma moeda e um rebuçado. Nem me deu um aperto de mão. Desapareceu tão fugaz como apareceu…

10 Finalmente como descreve o “Mar” em três palavras. 
Um drama do povo (podiam ser tantos…).


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

"A Princesa de Galochas" regressa ao Centro Cultural do Cartaxo!

​“A PRINCESA DE GALOCHAS”
de Vânia Calado
Encenação de Frederico Corado
Centro Cultural Município do Cartaxo

Dia 2 de OUTUBRO às 16.00


​Regressa ao Centro Cultural do Cartaxo depois de várias sessões esgotadas para as escolas do concelho do Cartaxo, "A Princesa de Galochas", desta vez para o público em geral!

Dia 2 de Outubro às 16.00h, "A Princesa de Galochas" quer a companhia de todos no Centro Cultural Município do Cartaxo!

Vai ser uma tarde em grande!

"A Princesa de Galochas" de Vânia Calado encenação de Frederico Corado com Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva

Continuando o trabalho direcionado para o público mais jovem, a Área de Serviço estreia um novo espectáculo. Desta vez um original da autora Vânia Calado.

Depois de “A Trisavó de Pistola à Cinta” de Alice Vieira e “A Volta ao Mundo em 80 Dias” a partir do romance de Jules Verne, levamos à cena “A Princesa de Galochas” de Vânia Calado, autora nascida no Cartaxo (Vale da Pinta).

Direcionado para o público infantil “A Princesa de Galochas” é uma adaptação feita pela autora do seu livro infantil homónimo e que com esta peça faz a sua estreia na escrita de teatro infantil. A experiência de Vânia Calado na escrita teatral começou com o projecto “Pânico!” juntamente com Frederico Corado (que encena “A Princesa de Galochas”) e passou depois pela tradução de “Noises Off!”.

Foi a ligação de Vânia Calado com a terra onde nasceu e a horta que o seu avô tinha onde plantava batatas, tomate, alfaces, entre outras coisas, que lhe deu a ideia de escrever “A Princesa de Galochas” que chega dia 8 de Maio ao palco do Círculo Cultural Scalabitano com encenação de Frederico Corado e as interpretações de Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva.

Vânia Calado propõe com esta “A Princesa de Galochas” um aproximar dos mais novos à terra, às hortas, às tradições e ao estar com produtos de vêm da terra, com os animais e com os mais velhos, bem como algumas reflexões sobre temas muito actuais.

SINOPSE

Marta é curiosa e quer descobrir o que há na horta onde o avô passa tanto tempo. O problema é que o avô não o deixa ir porque está tudo cheio de lama, há água por todo o lado e não é um sítio muito seguro. É a avó Céu que resolve este problema quando oferece um par de galochas cor de rosa à neta. Mas não são umas galochas normais, são mágicas, e só assim é que ela pode entrar na horta.

Quando ela consegue entrar na horta, bem protegida com as suas galochas, o avô explica-lhe tudo sobre espantalhos e plantações de batatas. A horta é enorme e há sempre alguma coisa para descobrir, qualquer tradição ligada a enxadas, bidons e sementes. No meio de tanta descoberta, Marta encontra a Mariana Batata, uma batata com aspirações a general e o Amilcar Tomate. Os dois têm uma missão muito importante para ela. Será que a nossa Princesa de Galocha consegue ajudar os seus amigos?


​​​Texto de Vânia Calado | Encenação: Frederico Corado | Cenografia: Frederico Corado e Mário Júlio | Adereços: Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço: Frederico Corado, Mário Júlio, Florbela Silva e Vânia Calado com a assistência de Carolina Seia Viana e Sara Margarida | Grafismo: Cátia Garcia | Ilustração: Raquel Carvalho | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e a Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

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Circulo Cultural Município do Cartaxo
Rua 5 de Outubro,, 2070-059 Cartaxo
Cartaxo
Teatro . M/2
Info e reservas - 243701600 (quarta a domingo das 15h-22h) centroculturalcartaxo@gmail.com

terça-feira, 7 de junho de 2016

"A Princesa de Galochas" em Vale da Pedra

Hoje foi dia de levar "A Princesa de Galochas" vai até às crianças de Vale da Pedra!
O sucesso foi enorme! E o entusiasmo do nosso público fica, novamente, demonstrado nestas fotografias no Centro Social de Vale da Pedra! Obrigado a todos!

"A Princesa de Galochas" de Vânia Calado encenação de Frederico Corado com Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva

Marta é curiosa e quer descobrir o que há na horta onde o avô passa tanto tempo. O problema é que o avô não o deixa ir porque está tudo cheio de lama, há água por todo o lado e não é um sítio muito seguro. É a avó Céu que resolve este problema quando oferece um par de galochas cor de rosa à neta. Mas não são umas galochas normais, são mágicas, e só assim é que ela pode entrar na horta. 
Quando ela consegue entrar na horta, bem protegida com as suas galochas, o avô explica-lhe tudo sobre espantalhos e plantações de batatas. A horta é enorme e há sempre alguma coisa para descobrir, qualquer tradição ligada a enxadas, bidons e sementes. No meio de tanta descoberta, Marta encontra a Mariana Batata, uma batata com aspirações a general e o Amilcar Tomate. Os dois têm uma missão muito importante para ela. Será que a nossa Princesa de Galocha consegue ajudar os seus amigos?

Texto de Vânia Calado | Encenação: Frederico Corado | Cenografia: Frederico Corado e Mário Júlio | Adereços: Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço: Frederico Corado, Mário Júlio, Florbela Silva e Vânia Calado com a assistência de Carolina Seia Viana e Sara Margarida | Grafismo: Cátia Garcia | Ilustração: Raquel Carvalho | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e a Câmara Municipal do Cartaxo 
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quarta-feira, 1 de junho de 2016

"A Princesa de Galochas" em Pontével no Dia Mundial da Criança

Hoje, Dia Mundial da Criança, foi dia de levar "A Princesa de Galochas" vai até às crianças de Pontével!
O sucesso foi enorme! E o entusiasmo do nosso público fica, novamente, demonstrado nestas fotografias na Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense! Obrigado a todos!

"A Princesa de Galochas" de Vânia Calado encenação de Frederico Corado com Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva

Marta é curiosa e quer descobrir o que há na horta onde o avô passa tanto tempo. O problema é que o avô não o deixa ir porque está tudo cheio de lama, há água por todo o lado e não é um sítio muito seguro. É a avó Céu que resolve este problema quando oferece um par de galochas cor de rosa à neta. Mas não são umas galochas normais, são mágicas, e só assim é que ela pode entrar na horta. 
Quando ela consegue entrar na horta, bem protegida com as suas galochas, o avô explica-lhe tudo sobre espantalhos e plantações de batatas. A horta é enorme e há sempre alguma coisa para descobrir, qualquer tradição ligada a enxadas, bidons e sementes. No meio de tanta descoberta, Marta encontra a Mariana Batata, uma batata com aspirações a general e o Amilcar Tomate. Os dois têm uma missão muito importante para ela. Será que a nossa Princesa de Galocha consegue ajudar os seus amigos?

Texto de Vânia Calado | Encenação: Frederico Corado | Cenografia: Frederico Corado e Mário Júlio | Adereços: Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço: Frederico Corado, Mário Júlio, Florbela Silva e Vânia Calado com a assistência de Carolina Seia Viana e Sara Margarida | Grafismo: Cátia Garcia | Ilustração: Raquel Carvalho | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e a Câmara Municipal do Cartaxo 
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sexta-feira, 27 de maio de 2016

"A Princesa de Galochas" | Vale da Pinta

















Hoje foi dia de levar "A Princesa de Galochas" vai até às crianças de Vale da Pinta! 
O sucesso foi enorme! E o entusiasmo do nosso público fica demonstrado nestas fotografias na Sociedade Cultural e Recreativa de Vale da Pinta! Obrigado a todos!

"A Princesa de Galochas" de Vânia Calado encenação de Frederico Corado com Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva

Texto de Vânia Calado | Encenação: Frederico Corado | Cenografia: Frederico Corado e Mário Júlio | Adereços: Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço: Frederico Corado, Mário Júlio, Florbela Silva e Vânia Calado com a assistência de Carolina Seia Viana e Sara Margarida | Grafismo: Cátia Garcia | Ilustração: Raquel Carvalho | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e a Câmara Municipal do Cartaxo 
Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Aluminio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | #princesadegalochas #areadeservicoctx

segunda-feira, 18 de abril de 2016

“Autópsia de um Crime”, de Anthony Schaffer


“Autópsia de um Crime”, de Anthony Schaffer
Andrew Wyke, escritor milionário de policiais, e o jovem Milo Tindle têm algo em comum: a mulher de Andrew e amante de Tindle. Procurando a melhor forma de se livrar do casamento sem que isso lhe saia do bolso, em forma de pensão, Andrew propõe um negócio a Milo. Este simulará um assalto à casa e Andrew receberá da companhia de seguros o valor das joias roubadas. 
O problema é que, entre os dois, as coisas não correm pelo melhor e a única coisa em que cada um está interessado é em tramar o outro. A situação atinge rapidamente o nível do intolerável, degenerando as disputas entre Andrew e Milo numa guerra sem tréguas.

"Sleuth" é considerado um dos maiores thrillers teatrais, tendo ganho o Tony  para Melhor Peça e inspirado duas versões cinematográficas. 

Anthony Shaffer descreveu “Sleuth” como "o evento principal" e é, sem dúvida, a peça pela qual é mais conhecido. “Sleuth” é também a sua peça mais representada por companhias em todo o mundo e, mesmo passados quarenta anos, ainda chama a atenção do público. 
“Sleuth” estreou no Brighton Theatre Royal a 12 de janeiro de 1970 e, depois, passou para Oxford, Leeds e Eastbourne antes de estrear no teatro St Martin, em Londres, a 12 de fevereiro de 1970. Clifford Williams encenou. Mais tarde, foi transferida para o Garrick Theatre a 06 de março de 1973 depois de uma partida que correu mal, mas, que a longo prazo, ajudou a carreira da peça. Agatha Christie tinha dito a Shaffer que a sua peça “The Mousetrap” era "uma peça parva que ela queria que desaparecesse" Shaffer escreveu a frase numa placa e deixou-a fora do teatro onde estava  “The Moustrap”, isso levou a que “Sleuth” fosse tirado do St Martins Theatre e passado para o Garrick, que era um teatro maior. “Moustrap”, mudou-se para o St Martins no lugar de “Sleuth” e ficou lá desde então. Com o enorme sucesso no West End , não demorou muito até “Sleuth” passar para a Broadway. Estreou no National Theatre , em Washington e , em seguida, mudou-se para o Music Box Theatre na Broadway a 12 de Novembro de 1970 , onde esgotou até 13 de outubro de 1973 .
Shaffer disse a Mel Gussow do The New York Times em Novembro de 1970: "Os mistérios de Christie projectam uma imagem de Inglaterra, que morreu há 30 anos, uma sociedade estruturada fortemente em classes, tão snobe que o mordomo nunca “o” fez. Ele não era um gentleman. O assassinado, o assassino e o detective eram todos senhores - ou senhoras". E explica: "O mistério precisava de uma nova camada de tinta. Podemos contar qualquer história que quisermos com  mistério, até uma ideia complicada e difícil."
O crítico de teatro Clive Barnes escreveu a 13 de novembro de 1970 no The New York Times: "Tão inteligente como um vagão cheio de macacos a resolvr as palavras cruzadas do The Times de Londres e tão complicado como o labirinto de Hampton Court. É bom, puro, limpo e diversão sangrenta e eu recomendo muito cordialmente". Outros comentários foram igualmente rápidos a elogiar. "Sleuth é um dos melhores melodramas que eu já vi. Talvez seja o melhor ", escreveu John Chapman no New York Daily News. A peça de Shaffer não era apenas um dos melhores thrillers em palco de todos os tempos no West End e na Broadway, foi também o que lhe valeu o reconhecimento em por todo o lado

ANTHONY SHAFFER (1926/2001) 
Anthony Joshua Shaffer, dramaturgo, argumentista, romancista e publicitário. Naceu numa família judaica em Liverpool, filho de Reka e Jack Shaffer. Tem um irmão gemeo, o dramaturgo Peter Shaffer. Titou o curso de direito na Trinity College, Cambridge.
Entre as suas peças estão “The Savage Parade” (1963), “Sleuth” (1970), “Murderer” (1975), “Whodunnit” (1977), “Widow's Weeds” (1986) e “The Thing in the Wheelchair” (2001). Para o cinema escreveu “Frenzy” (1972) realizado por Alfred Hitchcock, “Sleuth” (1972) adaptado da sua própria peça, “The Wicker Man” (1973), “Murder on the Orient Express” (1974), “Death on the Nile” (1978), “Absolution” (1978), “Evil Under the Sun” (1982), “Appointment with Death” (1988), e “Sommersby” (1993)

Texto de Anthony Schaffer adaptado por Harold Pinter| Encenação e Tradução: Frederico Corado | com Frederico Corado e André Diogo | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Carolina Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica : Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Contra-Regra: Carolina Viana e Sara Margarida | Fotografia: Vitor Neno | Grafismo: Cátia Garcia| Caracterização: Ana Paula Raposo | Rigging : António Cordeiro (Tony Cordeiro) | Pintores: Carlos Baptista,  Fernando Dias e Vitor Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Agradecimentos: Lauro António | Maria Eduarda Colares | Filipe La Féria | Isabel Soares |Maria Barroso | Vânia Calado | José Raposo | Mário Júlio | Florbela Silva | Ana Parente | António Calado | Pedro Ribeiro | Carlos Cláudio | Marco Guerra | Helena Montez | Bruno Santos | Salomé Monteiro | Vera Paulos | António Cordeiro | Ana Paula Raposo | Carlos Feio 

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Aluminio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros | JOM


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

"Pouco Barulho!" estreia dia 9 de Janeiro no Centro Cultural do Cartaxo!









"Pouco Barulho!" estreia dia 9 de Janeiro no Centro Cultural do Cartaxo!
>>>>>>>>>>>>> Bilhetes Já à Venda!!!!

Preparem-se para o caos na peça de Michael Frayn vencedora de um Laurence Olivier Award de Melhor Comédia e do Drama Desk Award e que agora chega ao Centro Cultural do Cartaxo pela mão da Área de Serviço numa encenação de Frederico Corado!
A noite de estreia da farsa “Nothing On” está a algumas horas, e à medida que o elenco avança pelo ensaio geral, as coisas não podiam estar a correr pior. Esquecem-se falas, revelam-se triângulos amorosos, e sardinhas voam de um lado para o outro, é o total pandemónio … e ainda nem chegámos ao intervalo! Será que o elenco consegue manter-se em cena mesmo que não o consiga fazer nos bastidores?
“Cheia de surpresas e humor de rir à gargalhada, “Noises Off” é o clássico peça-dentro-de-outra-peça que viaja até aos limites do hilariante”” (The New York Times).

Com Margarida Leonor, Vânia Parente, Mário Júlio, Pedro Marcos, Frederico Corado, Carlos Ramos, Sara Inês, Mauro Cebolo e Mónica Coelho

Texto de Michael Fryan | Encenação: Frederico Corado | Tradução: Frederico Corado, Vãnia Calado e Maria Eduarda Colares | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Carolina Viana | Desenho de Luz: Ricardo Campos | Direcção de Cena: Mário Júlio | Contra-Regra: Carolina Viana | Fotografia: Vitor Neno | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção do Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Apoio da Temporada: Crédito Agrícola | Cartaxo

Apoios Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Aluminio | Manel D'Água | Negócio de Familia | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico
Centro Cultural do Cartaxo
Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/6
Bilhetes: 5€
Reservas: 243 701 600
centroculturalcartaxo@gmail.com