segunda-feira, 16 de maio de 2016

Área de Serviço regressa ao teatro infantil com "A Princesa de Galochas"


Depois de “A Trisavó de Pistola à Cinta” de Alice Vieira e “A Volta ao Mundo em 80 Dias” a partir do romance de Jules Verne, levamos à cena “A Princesa de Galochas” de Vânia Calado, autora nascida no Cartaxo (Vale da Pinta).
Direcionado para o público infantil “A Princesa de Galochas” é uma adaptação feita pela autora do seu livro infantil homónimo e que com esta peça faz a sua estreia na escrita de teatro infantil. A experiência de Vânia Calado na escrita teatral começou com o projecto “Pânico!” juntamente com Frederico Corado (que encena “A Princesa de Galochas”) e passou depois pela tradução de “Noises Off!”. 
Foi a ligação de Vânia Calado com a terra onde nasceu e a horta que o seu avô tinha onde plantava batatas, tomate, alfaces, entre outras coisas, que lhe deu a ideia de escrever “A Princesa de Galochas” que chega ao Teatro Taborda – Circulo Cultural Scalabitano com encenação de Frederico Corado e as interpretações de Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva. 
A estreia do espectáculo foi exclusiva para as escolas do concelho com duas sessões, uma às 11.00 e outra às 14.00, “A Princesa de Galochas” e agora segue viagem até Santarém onde terá uma sessão dia 8 de Maio no Teatro Taborda – Circulo Cultural Scalabitano e depois em Outubro uma sessão de novo no Centro Cultural do Cartaxo para o público em geral. 
Vânia Calado propõe com esta “A Princesa de Galochas” um aproximar dos mais novos à terra, às hortas, às tradições e ao estar com produtos de vêm da terra, com os animais e com os mais velhos, bem como algumas reflexões sobre temas muito actuais. 
 










segunda-feira, 18 de abril de 2016

“Autópsia de um Crime”, de Anthony Schaffer


“Autópsia de um Crime”, de Anthony Schaffer
Andrew Wyke, escritor milionário de policiais, e o jovem Milo Tindle têm algo em comum: a mulher de Andrew e amante de Tindle. Procurando a melhor forma de se livrar do casamento sem que isso lhe saia do bolso, em forma de pensão, Andrew propõe um negócio a Milo. Este simulará um assalto à casa e Andrew receberá da companhia de seguros o valor das joias roubadas. 
O problema é que, entre os dois, as coisas não correm pelo melhor e a única coisa em que cada um está interessado é em tramar o outro. A situação atinge rapidamente o nível do intolerável, degenerando as disputas entre Andrew e Milo numa guerra sem tréguas.

"Sleuth" é considerado um dos maiores thrillers teatrais, tendo ganho o Tony  para Melhor Peça e inspirado duas versões cinematográficas. 

Anthony Shaffer descreveu “Sleuth” como "o evento principal" e é, sem dúvida, a peça pela qual é mais conhecido. “Sleuth” é também a sua peça mais representada por companhias em todo o mundo e, mesmo passados quarenta anos, ainda chama a atenção do público. 
“Sleuth” estreou no Brighton Theatre Royal a 12 de janeiro de 1970 e, depois, passou para Oxford, Leeds e Eastbourne antes de estrear no teatro St Martin, em Londres, a 12 de fevereiro de 1970. Clifford Williams encenou. Mais tarde, foi transferida para o Garrick Theatre a 06 de março de 1973 depois de uma partida que correu mal, mas, que a longo prazo, ajudou a carreira da peça. Agatha Christie tinha dito a Shaffer que a sua peça “The Mousetrap” era "uma peça parva que ela queria que desaparecesse" Shaffer escreveu a frase numa placa e deixou-a fora do teatro onde estava  “The Moustrap”, isso levou a que “Sleuth” fosse tirado do St Martins Theatre e passado para o Garrick, que era um teatro maior. “Moustrap”, mudou-se para o St Martins no lugar de “Sleuth” e ficou lá desde então. Com o enorme sucesso no West End , não demorou muito até “Sleuth” passar para a Broadway. Estreou no National Theatre , em Washington e , em seguida, mudou-se para o Music Box Theatre na Broadway a 12 de Novembro de 1970 , onde esgotou até 13 de outubro de 1973 .
Shaffer disse a Mel Gussow do The New York Times em Novembro de 1970: "Os mistérios de Christie projectam uma imagem de Inglaterra, que morreu há 30 anos, uma sociedade estruturada fortemente em classes, tão snobe que o mordomo nunca “o” fez. Ele não era um gentleman. O assassinado, o assassino e o detective eram todos senhores - ou senhoras". E explica: "O mistério precisava de uma nova camada de tinta. Podemos contar qualquer história que quisermos com  mistério, até uma ideia complicada e difícil."
O crítico de teatro Clive Barnes escreveu a 13 de novembro de 1970 no The New York Times: "Tão inteligente como um vagão cheio de macacos a resolvr as palavras cruzadas do The Times de Londres e tão complicado como o labirinto de Hampton Court. É bom, puro, limpo e diversão sangrenta e eu recomendo muito cordialmente". Outros comentários foram igualmente rápidos a elogiar. "Sleuth é um dos melhores melodramas que eu já vi. Talvez seja o melhor ", escreveu John Chapman no New York Daily News. A peça de Shaffer não era apenas um dos melhores thrillers em palco de todos os tempos no West End e na Broadway, foi também o que lhe valeu o reconhecimento em por todo o lado

ANTHONY SHAFFER (1926/2001) 
Anthony Joshua Shaffer, dramaturgo, argumentista, romancista e publicitário. Naceu numa família judaica em Liverpool, filho de Reka e Jack Shaffer. Tem um irmão gemeo, o dramaturgo Peter Shaffer. Titou o curso de direito na Trinity College, Cambridge.
Entre as suas peças estão “The Savage Parade” (1963), “Sleuth” (1970), “Murderer” (1975), “Whodunnit” (1977), “Widow's Weeds” (1986) e “The Thing in the Wheelchair” (2001). Para o cinema escreveu “Frenzy” (1972) realizado por Alfred Hitchcock, “Sleuth” (1972) adaptado da sua própria peça, “The Wicker Man” (1973), “Murder on the Orient Express” (1974), “Death on the Nile” (1978), “Absolution” (1978), “Evil Under the Sun” (1982), “Appointment with Death” (1988), e “Sommersby” (1993)

Texto de Anthony Schaffer adaptado por Harold Pinter| Encenação e Tradução: Frederico Corado | com Frederico Corado e André Diogo | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Carolina Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica : Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Contra-Regra: Carolina Viana e Sara Margarida | Fotografia: Vitor Neno | Grafismo: Cátia Garcia| Caracterização: Ana Paula Raposo | Rigging : António Cordeiro (Tony Cordeiro) | Pintores: Carlos Baptista,  Fernando Dias e Vitor Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Agradecimentos: Lauro António | Maria Eduarda Colares | Filipe La Féria | Isabel Soares |Maria Barroso | Vânia Calado | José Raposo | Mário Júlio | Florbela Silva | Ana Parente | António Calado | Pedro Ribeiro | Carlos Cláudio | Marco Guerra | Helena Montez | Bruno Santos | Salomé Monteiro | Vera Paulos | António Cordeiro | Ana Paula Raposo | Carlos Feio 

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Aluminio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros | JOM


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

"Pouco Barulho!" estreia dia 9 de Janeiro no Centro Cultural do Cartaxo!









"Pouco Barulho!" estreia dia 9 de Janeiro no Centro Cultural do Cartaxo!
>>>>>>>>>>>>> Bilhetes Já à Venda!!!!

Preparem-se para o caos na peça de Michael Frayn vencedora de um Laurence Olivier Award de Melhor Comédia e do Drama Desk Award e que agora chega ao Centro Cultural do Cartaxo pela mão da Área de Serviço numa encenação de Frederico Corado!
A noite de estreia da farsa “Nothing On” está a algumas horas, e à medida que o elenco avança pelo ensaio geral, as coisas não podiam estar a correr pior. Esquecem-se falas, revelam-se triângulos amorosos, e sardinhas voam de um lado para o outro, é o total pandemónio … e ainda nem chegámos ao intervalo! Será que o elenco consegue manter-se em cena mesmo que não o consiga fazer nos bastidores?
“Cheia de surpresas e humor de rir à gargalhada, “Noises Off” é o clássico peça-dentro-de-outra-peça que viaja até aos limites do hilariante”” (The New York Times).

Com Margarida Leonor, Vânia Parente, Mário Júlio, Pedro Marcos, Frederico Corado, Carlos Ramos, Sara Inês, Mauro Cebolo e Mónica Coelho

Texto de Michael Fryan | Encenação: Frederico Corado | Tradução: Frederico Corado, Vãnia Calado e Maria Eduarda Colares | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Carolina Viana | Desenho de Luz: Ricardo Campos | Direcção de Cena: Mário Júlio | Contra-Regra: Carolina Viana | Fotografia: Vitor Neno | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção do Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Apoio da Temporada: Crédito Agrícola | Cartaxo

Apoios Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Aluminio | Manel D'Água | Negócio de Familia | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico
Centro Cultural do Cartaxo
Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/6
Bilhetes: 5€
Reservas: 243 701 600
centroculturalcartaxo@gmail.com

"A Volta ao Mundo em 80 Dias" no Centro Cultural do Cartaxo


"A Volta ao Mundo em 80 Dias" no Centro Cultural do Cartaxo dia 29 de Novembro às 16.00 horas.

Apostamos em como vão gostar!
Tudo começou, precisamente, com uma aposta!
Phileas Fogg era um cavalheiro inglês, do tempo da Rainha Vitória – sim, isso foi há muito tempo, lá para o meio do século XIX -, que vivia em Londres, uma vida muito rotineira. Levantava-se sempre à mesma hora, tomava o pequeno-almoço, vestia-se cuidadosamente e ia para o seu clube, o Reform Club, onde passava o resto do dia, lendo os jornais, tomando as suas refeições, conversando sobre os assuntos da atualidade e terminando o dia com uma agradável partida de cartas.
Um dia, um acontecimento agitou a alta sociedade londrina: o Banco de Inglaterra foi assaltado, o ladrão levou 55 mil libras e fugiu sem deixar rasto. Obra de especialista! Também no Reform Club este foi o tema do dia. Phileas Fogg afirmava que seria muito difícil apanhar o ladrão porque, graças aos avanços tecnológicos da época, qualquer pessoa podia fugir a uma velocidade tal que lhe permitiria fazer a volta ao mundo em 80 dias! Os amigos do distinto cavalheiro acham que tal façanha seria impossível e decide-se ali mesmo a aposta histórica: 20 mil libras em como Phileas Fogg é capaz de realizar a volta completa ao mundo em 80 dias.
O ousado aventureiro (que até aí vivia uma vida tão pacata) parte nessa mesma noite, acompanhado apenas pelo seu criado Passepartout, um francês acabado de contratar e que nem percebe no que é que se foi meter, e vai viver uma das mais criativas e emocionantes aventuras que a literatura nos tem oferecido.

Com Margarida Leonor, Carolina Viana, Ana Rita Oliveira, Catarina Carmo e Sara Margarida
Encenação: Frederico Corado | Adaptação: Frederico Corado a partir do livro de Júlio Verne | Concepção e Execução Cenográfica: Frederico Corado e Mário Júlio com Maria Ramalho | Produção Área de Serviço: Frederico Corado, Vânia Calado e Florbela Silva | Design: Cátia Garcia | Fotografia: Vitor Neno | Montagem: Mário Júlio | Contra-Regra : Pedro Ouro | Operação de Som e Vídeo: Miguel Sena | Iluminação: Vitor Lima | Uma Produção da Área de Serviço com a colaboração do Centro Cultural do Cartaxo

Apoio da Temporada | Crédito Agrícola
Parceiros Institucionais | Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Alice Vieira no Cartaxo

Alice Vieira esteve no Cartaxo a dar um Workshop de Escrita Criativa numa organização da Área de Serviço. Foi um sucesso e as pessoas que assistiram saíram cheias de bons conselhos, boas histórias e a experiência de um excelente fim de semana!



Spot Feira de Todos os Santos

A Área de Serviço foi convidada pela Câmara Municipal do Cartaxo para fazer um vídeo, com realização de Frederico Corado, onde se juntasse a comunidade do Cartaxo para promover a Feira dos Santos. A rodagem foi nos dias 9, 10 e 11 e o resultado está para breve! Fotografias de Vânia Calado. Mais aqui