sábado, 26 de novembro de 2016

Dez Perguntas a Gabriel Silva



1 Quem é que interpreta em “Mar”
Domingos

2 Descreva um pouco o seu percurso. (formação teatral, que peças já fez, onde começou a fazer teatro, em que companhias já fez teatro, se esta é a sua estreia ou não, etc)
Fiz teatro num grupo da escola durante parte do ensino Básico com a companhia  “Fatias de cá” e depois quando mudei da escola de Vila Nova da Barquinha para Santarém no 9° deixei de fazer teatro.
Foi então após concluir o 9° que me deparei com uma situação que todos os jovens presenciam, que é a escolha sobre o que seguir e o que pensar sobre o futuro, uma fase de mudanças pessoais devido à adolescência onde num dia coisas que fazem sentido, no outro deixam de fazer. Felizmente na escola onde estava assisti a uma palestra sobre cursos que poderíamos vir a seguir e aí fiquei de olho no curso profissional de Artes do Espetáculo/interpretação que se tinha iniciado no escola Dr. Ginestal Machado.
Iniciei o curso então em 2014, no secundário  (10° ano) e nesse mesmo ano entrei num grupo amador local “Veto Teatro Oficina”, fiz alguns espetáculos com essa companhia e no início de 2016, já depois de ter realizado vários projetos dentro do curso e trabalhos fora relacionados com a Área, recebi um convite para fazer parte do elenco de uma peça da “Área de Serviço” e foi uma sensação óptima ver o trabalho de já 2 anos de curso valorizado por alguém da área, ainda hoje faço parte do elenco dessa peça, “A Princesa de Galochas” e foi no início de Setembro deste ano que recebi mais um convite deste grupo para uma nova peça que me deu uma enorme felicidade e que estreou no dia 18 deste mês “Mar” de Miguel Torga e que tem sido um sucesso segundo as opiniões que o grupo tem recebido e pessoalmente tenho tido um prazer enorme em fazer parte dela.

3 Há alguma cena de “Mar” que goste mais de interpretar?
A cena em que a minha personagem discute com a personagem Mudo.

4 Qual é a sua fala preferida do espetáculo?
A minha fala preferida e que eu acho mais engraçada é da personagem Capitolina “Te arrenego  Belzebu”

5 Tem algum ritual antes do espetáculo?
Não tenho um Ritual específico que realize em todos os espetáculos mas existem várias coisas que faço para me ajudar a concentrar e a preparar, a principal e que cumpro sempre é estar no local do espetáculo uma, duas ou mais horas antes da hora do espetáculo .

6 Qual era o se papel de sonho?
O meu papel de sonho era sem dúvida fazer parte do elenco de um filme de Guerra, é uma coisa que já desde pequenino quando via fotos do meu pai na tropa e vias filmes de guerras, despertava sempre um interesse inexplicável.

7 Quem é o seu herói dos bastidores?
Para mim o “Mestre” Mário Júlio é a nosso herói em vários aspetos, mas também agradeço imenso o apoio dos técnicos de luz e de som que além do apoio técnico têm sempre uma palavra a dizer para nos dar força!

8 Qual é o seu local preferido do teatro?
O meu local preferido é o camarim e quando não existe possibilidade de me ser atribuído um camarim só para mim, arranjo sempre o meu “cantinho” no camarim de grupo onde tenho de ter o meu cantinho onde preciso de ter alguns objetos que me acompanham em todos os espetáculos, que dão um ar mais acolhedor e confortável ao “meu cantinho”.

9 Qual é o seu momento em palco mais memorável, a que tenha assistido ou que tenha participado e que o/a tenha marcado?
Um momento que não esqueço foi a primeira vez que tive uma experiência em palco, onde achei que estava muito bem e não sentia o “nervoso” que ouvia os outros falar e quando chega a cena em que entrava e comecei a representar, tive a sensação de que as minhas pernas tremiam sem parar e eu não conseguia controlar.

10 Finalmente como descreve o “Mar” em três palavras.
Incrível, Inovador, inesquecível!

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Mar | Dez Perguntas a Carolina Seia Viana


1 Quem é que interpreta em “Mar”
Rita

2 Descreva um pouco o seu percurso. (formação teatral, que peças já fez, onde começou a fazer teatro, em que companhias já fez teatro, se esta é a sua estreia ou não, etc)
Comecei por fazer algumas peças na escola, depois entrei para o TAJE e finalmente integrei o elenco da Área de serviço , onde ainda me encontro. Nessa mesma altura iniciei também um curso profissional de artes do espetáculo- interpretação.

3 Há alguma cena de “Mar” que goste mais de interpretar?
Sim, gosto especialmente da final do espetáculo, acho que exige mais de mim e da minha personagem.
4 Qual é a sua fala preferida do espectáculo?
" A sua inocência conheço a eu. Não pega. Guarde lá as indiretas para quem tenha melhor estômago."

5 Tem algum ritual antes do espectáculo?
Sim, ligar à minha mãe e saber se está tudo bem. E gosto de subir à ultima fila do teatro para me poder concentrar.

6 Qual era o se papel de sonho?
Gostava de fazer um musical, do género do Hamilton.

7 Quem é o seu herói dos bastidores?
Sem pensar duas vezes, a Vânia Calado e o Mário Julio.

8 Qual é o seu local preferido do teatro?
O Palco, sem duvida.

9 Qual é o seu momento em palco mais memorável, a que tenha assistido ou que tenha participado e que o/a tenha marcado?
O momento mais memorável foi a primeira personagem que fiz com um papel grande, na "Trisavó de Pistola à Cinta" sinto que foi aí que decidi que era mesmo teatro que queria seguir.

10 Finalmente como descreve o “Mar” em três palavras.
Simplesmente fantástico , extraordinário!

Mar | Dez perguntas a Vânia Calado



1 Quem é que interpreta em “Mar”
A Mãe

2 Descreva um pouco o seu percurso. (formação teatral, que peças já fez, onde começou a fazer teatro, em que companhias já fez teatro, se esta é a sua estreia ou não, etc)
Comecei a fazer teatro com treze anos no Grupo de Teatro Amador Ramada Curto, em Vale da Pinta, com a peça "O Gonzaga" de Ramada Curto e desde 2013 que faço parte da Área de Serviço onde participei nos espectáculos "As Alegres Comadres de Windsor", "Nápoles Milionária", "Pouco Barulho", entre outros.

3 Há alguma cena de “Mar” que goste mais de interpretar?
A cena em que a Mãe vai à taberna à procura do filho depois do barco voltar do mar.

4 Qual é a sua fala preferida do espectáculo?
"Se ele tiver coragem de me ir buscar ao fundo do mar."

5 Tem algum ritual antes do espectáculo?
Não

6 Qual era o seu papel de sonho?
Mrs Lovett no Sweeney Todd

7 Quem é o seu herói dos bastidores?
Não tenho um heroí, mas para mim o trabalho de quem está nos bastidores é o mais importante de todos, é a base para o elenco estar bem e confortável em palco. Sem eles (encenador, director de cena, iluminador...) não havia espectáculo para apresentar ao público.

8 Qual é o seu local preferido do teatro?
Gosto muito de estar atrás do cenário durante o espectáculo a ouvir o que se passa em palco e a acompanhar o elenco a preparar-se para entrar.

9 Qual é o seu momento em palco mais memorável, a que tenha assistido ou que tenha participado e que o/a tenha marcado?
Para mim são sempre memoráveis aqueles momentos em palco em que algo não corre como esperado (porque houve um esquecimento ou um adereço não está onde devia estar, por exemplo). A capacidade de dar a volta ao que está menos bem num curto espaço de tempo para que tudo siga como é esperado é sempre surpreendente.

10 Finalmente como descreve o “Mar” em três palavras.
Forte, Real, Imponente

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

"Mar" de Miguel Torga estreia no Cartaxo

“MAR”
de Miguel Torga
encenação de Frederico Corado
Centro Cultural do Cartaxo

ESTREIA A 18 de NOVEMBRO - às 21.30h
Dias 18, 19 e 28 de Novembro às 21.30
Dias 20 e 27 de Novembro às 16.00



​​
“MAR”, o grande clássico do notável autor português Miguel Torga será a próxima estreia da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo a 18 de Novembro.

Quando conhecemos o Domingos, reconhecemos de imediato nele a marca de alguém que é diferente, que transporta em si todas as esperanças daqueles homens de quem Torga diz que “é o mar que os cria é o mar que os leva”. Com Domingos, sentimos que pode ser diferente. E, no entanto, ele é apenas mais um pescador dos que se reúnem na taberna a contar histórias do mar e da vida. Só que Domingos conta histórias diferentes, de sereias e marinheiros que, enfeitiçados pelo seu canto, partiram para não mais voltar. Mas para que quer Domingos saber de sereias e feitiços, se o prende à terra o amor para sempre de Rita? Com casamento marcado para quando regressar de campanha na Terra Nova, Domingos faz-se uma vez mais ao mar. Será a lenda mais forte do que o amor?

A 17ª produção da Área de Serviço que conta já com grandes sucessos no seu reportório como “Um Marido Ideal”, "O Crime De Aldeia Velha”, “As Alegres Comadres De Windsor”, “Nápoles Milionária”, “Pânico”, “Trisavó De Pistola À Cinta”, “O Inspector Geral”, “8 Mulheres”, “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, “Pouco Barulho”, “Autópsia de Um Crime”, ou “A Princesa de Galochas”, será “Mar”, uma história de pescadores numa aldeia piscatória de Portugal, num texto extraordinário desse grande poeta que é Miguel Torga.

Foi com uma citação de Miguel Torga que Marcelo Rebelo de Sousa concluiu o seu discurso de tomada de posse: “O difícil para cada português não é sê-lo; é compreender-se. Nunca soubemos olhar-nos a frio no espelho da vida. A paixão tolda-nos a vista. Daí a espécie de obscura inocência com que actuamos na História”.

“Mar” encenado por Frederico Corado, que encenou também as anteriores produções da Área de Serviço no C.C.C., é uma história de pescadores que lutam diariamente pela sua subsistência contra um mar que lhe dá a sobrevivência mas lhe tira a vida.

Esta produção da Área de Serviço reúne o elenco fixo da companhia, assim como um elenco composto por pessoas do concelho do Cartaxo e arredores selecionadas numa audição no espirito já bem enraizado em algumas das nossas produções do chamado “teatro comunitário”, bem como vontades e a colaboração de empresas, lojistas e particulares do Concelho e é o regresso do teatro comunitário que desde “O Escândalo nas Notícias da Noite” não subia ao palco do CCC.

Uma História de “Mar”
Ao longo da História do Teatro Português, o “Mar” tem duas produções absolutamente históricas. Em 1958, com estreia no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, a 29 de Abril foi apresentado pelo Teatro Experimental do Porto, numa encenação e arranjo cénico de António Pedro com um telão de Manuel Lima, com as interpretações de Dalila Rocha (Mariana), Alda Rodrigues (Silvino), Fernanda Gonçalves (Rita), Cândida Lacerda (Capitolina), Cândida Maria (Cacilda), João Guedes (Bernardo), Baptista Fernandes (Arrais), José Pina (Pescador), Madalena Braga (A Mãe), Ruy Furtado (Valadão) e Vasco de Lima Couto (Domingos). O espectáculo fez apenas 4 representações neste Teatro, embora com lotações quase esgotadas, dados os compromissos do Sá da Bandeira, e da programação do próprio TEP. Miguel Torga assiste ao espectáculo dia 28 de Abril.

Anos mais tarde, em 1966, a 5 de Maio, estreava no Teatro Gil Vicente pelo Teatro Experimental de Cascais numa encenação de Carlos Avilez outra versão de “Mar”, desta vez a cenografia estava a cargo do mestre Almada Negreiros e a interpretação era de Luísa Neto (Mariana), António Feio, na sua estreia no teatro com apenas onze anos (como rapaz), Zita Duarte (Rita), Fernanda Coimbra (Capitolina), Mirita Casimiro (Cacilda), Filipe La Féria (3º Pescador), Rui Anjos (1º Pescador), Manuel Cavaco (2º Pescador), Santos Manuel (Manuel Valdão), Serge Farkas (Mudo), João Vasco (Domingos), Glicínia Quartin (Mãe do Rapaz), João Coimbra (Arrais) e Marília Costa (mulher). Miguel Torga assiste ao espectáculo dia 28 de Maio.

Desde então algumas foram as companhias que levaram “Mar” à cena, não tantas como seria de esperar quando se trata de um texto tão notável, entre elas estão: Teatro Moderno da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (Lisboa – 1946), CITAC (Coimbra|Teatro Avenida - 1957), com encenação de Paulo Quintela, Teatro da Universidade de Londres (Londres – 1950) com encenação de Ruben A., que também faz, neste mesmo ano, uma adaptação do espectáculo para a BBC, Grupo Activo de Teatro Amador (Gadanha da Nazaré – 1974) com encenação de Humberto Costa, Associação Música Nova (Pernes - 2003) com encenação de Vicente Batalha, Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul (Lisboa - 2014) com encenação de José Boavida, Xenas – Grupo de Teatro Amador do Caramulo (Tondela - 2007) com encenação e adaptação de Tiago Laborim, Loucomotiva Grupo de Teatro de Taveiro, etc


Com Carolina Seia Viana, Mário Júlio, Vânia Calado, Rosário Narciso, Ana Ribeiro, Sara Xavier, Gabriel Silva, Tomás Formiga, Carlos Ramos, António Calado, Miguel Viegas, João Paulo, José Falagueira, Sara Inês, Marta Cabete, Luis Silva, João Vitor, Carolina Parente, Joana Pinheiro, Jeanine Steuve, Maria José Cerqueira.
Texto de Miguel Torga | Encenação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo
Apoios: Câmara Municipal da Nazaré | Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré| Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros
Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo
Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/12
Bilhetes: 5€
Info e reservas:
CCC - 243 701 600 (quarta a domingo das 15.00 às 22.00)
Área de Serviço - 914 338 893 (segunda a segunda das 9.00 às 23.00)
ou centroculturalcartaxo@gmail.com | areacartaxoreservas@gmail.com

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

"A Princesa de Galochas" regressa ao Centro Cultural do Cartaxo!

​“A PRINCESA DE GALOCHAS”
de Vânia Calado
Encenação de Frederico Corado
Centro Cultural Município do Cartaxo

Dia 2 de OUTUBRO às 16.00


​Regressa ao Centro Cultural do Cartaxo depois de várias sessões esgotadas para as escolas do concelho do Cartaxo, "A Princesa de Galochas", desta vez para o público em geral!

Dia 2 de Outubro às 16.00h, "A Princesa de Galochas" quer a companhia de todos no Centro Cultural Município do Cartaxo!

Vai ser uma tarde em grande!

"A Princesa de Galochas" de Vânia Calado encenação de Frederico Corado com Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva

Continuando o trabalho direcionado para o público mais jovem, a Área de Serviço estreia um novo espectáculo. Desta vez um original da autora Vânia Calado.

Depois de “A Trisavó de Pistola à Cinta” de Alice Vieira e “A Volta ao Mundo em 80 Dias” a partir do romance de Jules Verne, levamos à cena “A Princesa de Galochas” de Vânia Calado, autora nascida no Cartaxo (Vale da Pinta).

Direcionado para o público infantil “A Princesa de Galochas” é uma adaptação feita pela autora do seu livro infantil homónimo e que com esta peça faz a sua estreia na escrita de teatro infantil. A experiência de Vânia Calado na escrita teatral começou com o projecto “Pânico!” juntamente com Frederico Corado (que encena “A Princesa de Galochas”) e passou depois pela tradução de “Noises Off!”.

Foi a ligação de Vânia Calado com a terra onde nasceu e a horta que o seu avô tinha onde plantava batatas, tomate, alfaces, entre outras coisas, que lhe deu a ideia de escrever “A Princesa de Galochas” que chega dia 8 de Maio ao palco do Círculo Cultural Scalabitano com encenação de Frederico Corado e as interpretações de Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva.

Vânia Calado propõe com esta “A Princesa de Galochas” um aproximar dos mais novos à terra, às hortas, às tradições e ao estar com produtos de vêm da terra, com os animais e com os mais velhos, bem como algumas reflexões sobre temas muito actuais.

SINOPSE

Marta é curiosa e quer descobrir o que há na horta onde o avô passa tanto tempo. O problema é que o avô não o deixa ir porque está tudo cheio de lama, há água por todo o lado e não é um sítio muito seguro. É a avó Céu que resolve este problema quando oferece um par de galochas cor de rosa à neta. Mas não são umas galochas normais, são mágicas, e só assim é que ela pode entrar na horta.

Quando ela consegue entrar na horta, bem protegida com as suas galochas, o avô explica-lhe tudo sobre espantalhos e plantações de batatas. A horta é enorme e há sempre alguma coisa para descobrir, qualquer tradição ligada a enxadas, bidons e sementes. No meio de tanta descoberta, Marta encontra a Mariana Batata, uma batata com aspirações a general e o Amilcar Tomate. Os dois têm uma missão muito importante para ela. Será que a nossa Princesa de Galocha consegue ajudar os seus amigos?


​​​Texto de Vânia Calado | Encenação: Frederico Corado | Cenografia: Frederico Corado e Mário Júlio | Adereços: Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço: Frederico Corado, Mário Júlio, Florbela Silva e Vânia Calado com a assistência de Carolina Seia Viana e Sara Margarida | Grafismo: Cátia Garcia | Ilustração: Raquel Carvalho | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e a Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreadeServicoTeatroInfantil

Circulo Cultural Município do Cartaxo
Rua 5 de Outubro,, 2070-059 Cartaxo
Cartaxo
Teatro . M/2
Info e reservas - 243701600 (quarta a domingo das 15h-22h) centroculturalcartaxo@gmail.com

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

"Autópsia de Um Crime" em Setúbal no Fórum Municipal Luísa Todi



A "Autópsia de Um Crime" vai viajar até Setúbal e ser recebida no Fórum Municipal Luísa Todi. É já dia 21 de Outubro (sim, vai aparecer quando menos se esperar) e os bilhetes já estão à venda na bilheteira on line, é só seguir o link!

https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/40073-sleuth_autopsia_de_um_crime-forum_municipal_luisa_todi/

"Autópsia de Um Crime"
de Anthony Schaffer
encenação de Frederico Corado
com Frederico Corado e André Diogo

Fórum Municipal Luísa Todi
Dia 21 de Outubro às 21.30 (abertura das portas às 21.00)
Preços
1ª Plateia - 9€2ª Plateia - 9€Balcão - 7€

Andrew Wyke, escritor milionário de policiais, e o jovem Milo Tindle têm algo em comum: a mulher de Andrew e amante de Tindle. Procurando a melhor forma de se livrar do casamento sem que isso lhe saia do bolso, em forma de pensão, Andrew propõe um negócio a Milo.
Este simulará um assalto à casa e Andrew receberá da companhia de seguros o valor das joias roubadas. O problema é que, entre os dois, as coisas não correm pelo melhor e a única coisa em que cada um está interessado é em tramar o outro. A situação atinge rapidamente o nível do intolerável, degenerando as disputas entre Andrew e Milo numa guerra sem tréguas.
"Sleuth" é considerado um dos maiores thrillers teatrais, tendo ganho o Tony para Melhor Peça e inspirado duas versões cinematográficas.

Texto de Anthony Schaffer | Encenação e Tradução: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Carolina Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica : Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Caracterização: Ana Paula Raposo | Riging: António Cordeiro | Contra-Regra: Carolina Viana e Sara Margarida | Fotografia: Vitor Neno Grafismo: Cátia Garcia| Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Aluminio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | JOM | Guia dos Teatros

terça-feira, 7 de junho de 2016

"A Princesa de Galochas" em Vale da Pedra

Hoje foi dia de levar "A Princesa de Galochas" vai até às crianças de Vale da Pedra!
O sucesso foi enorme! E o entusiasmo do nosso público fica, novamente, demonstrado nestas fotografias no Centro Social de Vale da Pedra! Obrigado a todos!

"A Princesa de Galochas" de Vânia Calado encenação de Frederico Corado com Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva

Marta é curiosa e quer descobrir o que há na horta onde o avô passa tanto tempo. O problema é que o avô não o deixa ir porque está tudo cheio de lama, há água por todo o lado e não é um sítio muito seguro. É a avó Céu que resolve este problema quando oferece um par de galochas cor de rosa à neta. Mas não são umas galochas normais, são mágicas, e só assim é que ela pode entrar na horta. 
Quando ela consegue entrar na horta, bem protegida com as suas galochas, o avô explica-lhe tudo sobre espantalhos e plantações de batatas. A horta é enorme e há sempre alguma coisa para descobrir, qualquer tradição ligada a enxadas, bidons e sementes. No meio de tanta descoberta, Marta encontra a Mariana Batata, uma batata com aspirações a general e o Amilcar Tomate. Os dois têm uma missão muito importante para ela. Será que a nossa Princesa de Galocha consegue ajudar os seus amigos?

Texto de Vânia Calado | Encenação: Frederico Corado | Cenografia: Frederico Corado e Mário Júlio | Adereços: Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço: Frederico Corado, Mário Júlio, Florbela Silva e Vânia Calado com a assistência de Carolina Seia Viana e Sara Margarida | Grafismo: Cátia Garcia | Ilustração: Raquel Carvalho | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e a Câmara Municipal do Cartaxo 
Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Aluminio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | JOM | Guia dos Teatros ‪#‎princesadegalochas‬ ‪#‎areadeservicoctx‬










quarta-feira, 1 de junho de 2016

"A Princesa de Galochas" em Pontével no Dia Mundial da Criança

Hoje, Dia Mundial da Criança, foi dia de levar "A Princesa de Galochas" vai até às crianças de Pontével!
O sucesso foi enorme! E o entusiasmo do nosso público fica, novamente, demonstrado nestas fotografias na Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense! Obrigado a todos!

"A Princesa de Galochas" de Vânia Calado encenação de Frederico Corado com Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva

Marta é curiosa e quer descobrir o que há na horta onde o avô passa tanto tempo. O problema é que o avô não o deixa ir porque está tudo cheio de lama, há água por todo o lado e não é um sítio muito seguro. É a avó Céu que resolve este problema quando oferece um par de galochas cor de rosa à neta. Mas não são umas galochas normais, são mágicas, e só assim é que ela pode entrar na horta. 
Quando ela consegue entrar na horta, bem protegida com as suas galochas, o avô explica-lhe tudo sobre espantalhos e plantações de batatas. A horta é enorme e há sempre alguma coisa para descobrir, qualquer tradição ligada a enxadas, bidons e sementes. No meio de tanta descoberta, Marta encontra a Mariana Batata, uma batata com aspirações a general e o Amilcar Tomate. Os dois têm uma missão muito importante para ela. Será que a nossa Princesa de Galocha consegue ajudar os seus amigos?

Texto de Vânia Calado | Encenação: Frederico Corado | Cenografia: Frederico Corado e Mário Júlio | Adereços: Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço: Frederico Corado, Mário Júlio, Florbela Silva e Vânia Calado com a assistência de Carolina Seia Viana e Sara Margarida | Grafismo: Cátia Garcia | Ilustração: Raquel Carvalho | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e a Câmara Municipal do Cartaxo 
Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Aluminio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | JOM | Guia dos Teatros ‪#‎princesadegalochas‬ ‪#‎areadeservicoctx‬









sexta-feira, 27 de maio de 2016

"A Princesa de Galochas" | Vale da Pinta

















Hoje foi dia de levar "A Princesa de Galochas" vai até às crianças de Vale da Pinta! 
O sucesso foi enorme! E o entusiasmo do nosso público fica demonstrado nestas fotografias na Sociedade Cultural e Recreativa de Vale da Pinta! Obrigado a todos!

"A Princesa de Galochas" de Vânia Calado encenação de Frederico Corado com Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva

Texto de Vânia Calado | Encenação: Frederico Corado | Cenografia: Frederico Corado e Mário Júlio | Adereços: Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço: Frederico Corado, Mário Júlio, Florbela Silva e Vânia Calado com a assistência de Carolina Seia Viana e Sara Margarida | Grafismo: Cátia Garcia | Ilustração: Raquel Carvalho | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e a Câmara Municipal do Cartaxo 
Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Aluminio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | #princesadegalochas #areadeservicoctx

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Área de Serviço regressa ao teatro infantil com "A Princesa de Galochas"


Depois de “A Trisavó de Pistola à Cinta” de Alice Vieira e “A Volta ao Mundo em 80 Dias” a partir do romance de Jules Verne, levamos à cena “A Princesa de Galochas” de Vânia Calado, autora nascida no Cartaxo (Vale da Pinta).
Direcionado para o público infantil “A Princesa de Galochas” é uma adaptação feita pela autora do seu livro infantil homónimo e que com esta peça faz a sua estreia na escrita de teatro infantil. A experiência de Vânia Calado na escrita teatral começou com o projecto “Pânico!” juntamente com Frederico Corado (que encena “A Princesa de Galochas”) e passou depois pela tradução de “Noises Off!”. 
Foi a ligação de Vânia Calado com a terra onde nasceu e a horta que o seu avô tinha onde plantava batatas, tomate, alfaces, entre outras coisas, que lhe deu a ideia de escrever “A Princesa de Galochas” que chega ao Teatro Taborda – Circulo Cultural Scalabitano com encenação de Frederico Corado e as interpretações de Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva. 
A estreia do espectáculo foi exclusiva para as escolas do concelho com duas sessões, uma às 11.00 e outra às 14.00, “A Princesa de Galochas” e agora segue viagem até Santarém onde terá uma sessão dia 8 de Maio no Teatro Taborda – Circulo Cultural Scalabitano e depois em Outubro uma sessão de novo no Centro Cultural do Cartaxo para o público em geral. 
Vânia Calado propõe com esta “A Princesa de Galochas” um aproximar dos mais novos à terra, às hortas, às tradições e ao estar com produtos de vêm da terra, com os animais e com os mais velhos, bem como algumas reflexões sobre temas muito actuais. 
 










segunda-feira, 18 de abril de 2016

“Autópsia de um Crime”, de Anthony Schaffer


“Autópsia de um Crime”, de Anthony Schaffer
Andrew Wyke, escritor milionário de policiais, e o jovem Milo Tindle têm algo em comum: a mulher de Andrew e amante de Tindle. Procurando a melhor forma de se livrar do casamento sem que isso lhe saia do bolso, em forma de pensão, Andrew propõe um negócio a Milo. Este simulará um assalto à casa e Andrew receberá da companhia de seguros o valor das joias roubadas. 
O problema é que, entre os dois, as coisas não correm pelo melhor e a única coisa em que cada um está interessado é em tramar o outro. A situação atinge rapidamente o nível do intolerável, degenerando as disputas entre Andrew e Milo numa guerra sem tréguas.

"Sleuth" é considerado um dos maiores thrillers teatrais, tendo ganho o Tony  para Melhor Peça e inspirado duas versões cinematográficas. 

Anthony Shaffer descreveu “Sleuth” como "o evento principal" e é, sem dúvida, a peça pela qual é mais conhecido. “Sleuth” é também a sua peça mais representada por companhias em todo o mundo e, mesmo passados quarenta anos, ainda chama a atenção do público. 
“Sleuth” estreou no Brighton Theatre Royal a 12 de janeiro de 1970 e, depois, passou para Oxford, Leeds e Eastbourne antes de estrear no teatro St Martin, em Londres, a 12 de fevereiro de 1970. Clifford Williams encenou. Mais tarde, foi transferida para o Garrick Theatre a 06 de março de 1973 depois de uma partida que correu mal, mas, que a longo prazo, ajudou a carreira da peça. Agatha Christie tinha dito a Shaffer que a sua peça “The Mousetrap” era "uma peça parva que ela queria que desaparecesse" Shaffer escreveu a frase numa placa e deixou-a fora do teatro onde estava  “The Moustrap”, isso levou a que “Sleuth” fosse tirado do St Martins Theatre e passado para o Garrick, que era um teatro maior. “Moustrap”, mudou-se para o St Martins no lugar de “Sleuth” e ficou lá desde então. Com o enorme sucesso no West End , não demorou muito até “Sleuth” passar para a Broadway. Estreou no National Theatre , em Washington e , em seguida, mudou-se para o Music Box Theatre na Broadway a 12 de Novembro de 1970 , onde esgotou até 13 de outubro de 1973 .
Shaffer disse a Mel Gussow do The New York Times em Novembro de 1970: "Os mistérios de Christie projectam uma imagem de Inglaterra, que morreu há 30 anos, uma sociedade estruturada fortemente em classes, tão snobe que o mordomo nunca “o” fez. Ele não era um gentleman. O assassinado, o assassino e o detective eram todos senhores - ou senhoras". E explica: "O mistério precisava de uma nova camada de tinta. Podemos contar qualquer história que quisermos com  mistério, até uma ideia complicada e difícil."
O crítico de teatro Clive Barnes escreveu a 13 de novembro de 1970 no The New York Times: "Tão inteligente como um vagão cheio de macacos a resolvr as palavras cruzadas do The Times de Londres e tão complicado como o labirinto de Hampton Court. É bom, puro, limpo e diversão sangrenta e eu recomendo muito cordialmente". Outros comentários foram igualmente rápidos a elogiar. "Sleuth é um dos melhores melodramas que eu já vi. Talvez seja o melhor ", escreveu John Chapman no New York Daily News. A peça de Shaffer não era apenas um dos melhores thrillers em palco de todos os tempos no West End e na Broadway, foi também o que lhe valeu o reconhecimento em por todo o lado

ANTHONY SHAFFER (1926/2001) 
Anthony Joshua Shaffer, dramaturgo, argumentista, romancista e publicitário. Naceu numa família judaica em Liverpool, filho de Reka e Jack Shaffer. Tem um irmão gemeo, o dramaturgo Peter Shaffer. Titou o curso de direito na Trinity College, Cambridge.
Entre as suas peças estão “The Savage Parade” (1963), “Sleuth” (1970), “Murderer” (1975), “Whodunnit” (1977), “Widow's Weeds” (1986) e “The Thing in the Wheelchair” (2001). Para o cinema escreveu “Frenzy” (1972) realizado por Alfred Hitchcock, “Sleuth” (1972) adaptado da sua própria peça, “The Wicker Man” (1973), “Murder on the Orient Express” (1974), “Death on the Nile” (1978), “Absolution” (1978), “Evil Under the Sun” (1982), “Appointment with Death” (1988), e “Sommersby” (1993)

Texto de Anthony Schaffer adaptado por Harold Pinter| Encenação e Tradução: Frederico Corado | com Frederico Corado e André Diogo | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Carolina Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica : Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Contra-Regra: Carolina Viana e Sara Margarida | Fotografia: Vitor Neno | Grafismo: Cátia Garcia| Caracterização: Ana Paula Raposo | Rigging : António Cordeiro (Tony Cordeiro) | Pintores: Carlos Baptista,  Fernando Dias e Vitor Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Agradecimentos: Lauro António | Maria Eduarda Colares | Filipe La Féria | Isabel Soares |Maria Barroso | Vânia Calado | José Raposo | Mário Júlio | Florbela Silva | Ana Parente | António Calado | Pedro Ribeiro | Carlos Cláudio | Marco Guerra | Helena Montez | Bruno Santos | Salomé Monteiro | Vera Paulos | António Cordeiro | Ana Paula Raposo | Carlos Feio 

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Aluminio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros | JOM


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

"Pouco Barulho!" estreia dia 9 de Janeiro no Centro Cultural do Cartaxo!









"Pouco Barulho!" estreia dia 9 de Janeiro no Centro Cultural do Cartaxo!
>>>>>>>>>>>>> Bilhetes Já à Venda!!!!

Preparem-se para o caos na peça de Michael Frayn vencedora de um Laurence Olivier Award de Melhor Comédia e do Drama Desk Award e que agora chega ao Centro Cultural do Cartaxo pela mão da Área de Serviço numa encenação de Frederico Corado!
A noite de estreia da farsa “Nothing On” está a algumas horas, e à medida que o elenco avança pelo ensaio geral, as coisas não podiam estar a correr pior. Esquecem-se falas, revelam-se triângulos amorosos, e sardinhas voam de um lado para o outro, é o total pandemónio … e ainda nem chegámos ao intervalo! Será que o elenco consegue manter-se em cena mesmo que não o consiga fazer nos bastidores?
“Cheia de surpresas e humor de rir à gargalhada, “Noises Off” é o clássico peça-dentro-de-outra-peça que viaja até aos limites do hilariante”” (The New York Times).

Com Margarida Leonor, Vânia Parente, Mário Júlio, Pedro Marcos, Frederico Corado, Carlos Ramos, Sara Inês, Mauro Cebolo e Mónica Coelho

Texto de Michael Fryan | Encenação: Frederico Corado | Tradução: Frederico Corado, Vãnia Calado e Maria Eduarda Colares | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Carolina Viana | Desenho de Luz: Ricardo Campos | Direcção de Cena: Mário Júlio | Contra-Regra: Carolina Viana | Fotografia: Vitor Neno | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção do Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Apoio da Temporada: Crédito Agrícola | Cartaxo

Apoios Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Aluminio | Manel D'Água | Negócio de Familia | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada

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Centro Cultural do Cartaxo
Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/6
Bilhetes: 5€
Reservas: 243 701 600
centroculturalcartaxo@gmail.com