terça-feira, 12 de junho de 2018

Sara Xavier é a Mãe em "Forja"


Sara Xavier (Mãe)
Começou a fazer teatro no Grupo Marcelino Mesquita sob a direcção de Carlos Florentino onde participou em diversas peças e revistas.
Na Área de Serviço participou em “O Inspector Geral”, “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, “8 Mulheres”, “Nápoles Milionária”, “Mar”, “Bolero” e “Almoço de Família”.


sexta-feira, 8 de junho de 2018

Mónica Coelho é a Morte em "Forja"


Mónica Coelho (Morte)
Desde muito cedo que se interessou pelo teatro. Tendo começado a participar em várias peças de teatro, na escola e na catequese.
Em 1999, depois da sua participação na eleição Rainha das Vindimas, onde representou Almeida Garrett, entrou para o Grupo de Teatro Amador Marcelino Mesquita.
Colabora desde então em diversos espectáculos e noite de variedades.
Em 2016, participa na curta-metragem “Luz”, projecto final da Escola Superior de Comunicação Social.
Na Área de Serviço, participei em “Escândalo nas Notícias da Noite”, “Pouco Barulho!” e "Ai Jesus Que se Apagou a Luz!"

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Tomás Formiga é a Luís em "Forja"



Tomás Formiga (Luís)
Frequentou a Oficina de Teatro para a Infância da Professora Berta Pereira no Centro Cultural do Cartaxo, bem como o Curso Intensivo de Verão da Área de Serviço e o Workshop de Video – da Ideia ao Filme, onde participou na curta-metragem “Eram Todos Mais Novos”.
Teve a sua estreia com “Mar” na Área de Serviço, tendo participado também em “Bolero” e "Almoço de Família".

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Carolina Seia Viana é a Vizinha em "Forja"



Carolina Seia Viana (Vizinha)
Tirou o Curso Profissional de Artes do Espetáculo/Interpretação da Escola Dr. Ginestal Machado em Santarém.
Fez formação no Curso de Verão de Iniciação ao Teatro no Centro Cultural do Cartaxo.
Frequentou workshops de Vera Mantero, Teresa Silva, Filipe Pereira, Ana Rita Teodoro, Gonçalo Neto, Vânia Rovisco, Lídia Franco e Luís Stofel.
Participou em alguns espectáclos do TAJE e grupo “Allegro”.
Participou em “Parque Mayer” de António Pedro Vasconcelos, na curta-metargem “Insular” dos alunos da Universidade Lusófona, nas séries “Inspector Max”, “1986”, “Sim, Chef” e na série “3 Mulheres” de Fernando Vendrell.
Faz parte da formação e direcção da Área de Serviço tendo participado em “As Alegres Comadres de Windsor”, “O Inspector Geral”, “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, “Pânico”, "Nápoles Milionária", "8 Mulheres", "Pânico nas Masmorras de Ourique", "Escândalo nas Notícias da Noite", “A Trisavó de Pistola à Cinta”, “para lá do Pânico!”, “A Princesa de Galochas” , “Mar”, “Morto, Mas Pouco!”, “A Fuga dos Instrumentos”, “Bolero” e "Almoço de Família".


segunda-feira, 4 de junho de 2018

Richard Tomás é Miguel em "Forja"



Participou na peça de teatro escolar "O Bicho de Sete Cabeças". Participou em diversas curtas-metragens: "Quero Morrer"; "Quero Morrer ou como não falecer"; "Meeting Charlie"; "C2H6O" e "VideoGame Addicted". Com o filme "Quero Morrer", do qual é também realizador, ganhou o Prémio Melhor Curta de Ficção no Festival de Curtas de Arganil - Cinedita 2018.
Frequentou Curso Intensivo de Verão da Área de Serviço e o Workshop de Video – da Ideia ao Fime, onde participou na curta-metragem “Eram Todos Mais Novos”.
Tem a sua estreia na Área de Serviço com “Almoço de Família”.

domingo, 3 de junho de 2018

"Trisavó de Pistola à Cinta" regressa ao Cartaxo



É HOJE!
Encontramo-nos no Centro Cultural do Cartaxo às 16.00?
Domingo, dia 3, às 16 horas!

No ano em que Alice Vieira celebra os seus 75 anos, fomos buscar a nossa "Trisavó de Pistola à Cinta" e tendo em conta os muitos pedidos para voltar à cena, a Área de Serviço e o Centro Cultural do Cartaxo fazem a reposição desta encenação de Frederico Corado do conto de Alice Vieira.

Todas as famílias têm heróis, mas por vezes esses heróis vão ficando enterrados nas páginas ocultas das histórias pouco familiares das nossas famílias.

Noutros casos, como no da família de Benedita, os actos heróicos dos antepassados são conhecidos, divulgados e passados de geração em geração. Mas serão verdade?

É por isso que a família da Benedita se põe a caminho de Avelar de Cima (mesmo lá em cima…) para reconstruir os passos dessa grande heroína da família, a Trisavó Benedita, que veio até Lisboa na época das invasões francesas, de pistolas à cinta, à cata de franceses. Mas será que foi mesmo assim que tudo se passou…? E por vezes não será mais forte o mito do que a realidade?

Com Rita Camacho, Paulo Cabral, Gabriel SIlva, Frederico Corado, Mauro Cebolo, Rosário Narciso, Luis Silva e a participação especial de Alice Vieira (voz)

Texto de Frederico Corado a partir do livro de Alice Vieira | Encenação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Técnica: Miguel Sena e Rui Manel | Desenho de Luz: Bruno Santos | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Apoios Câmara Municipal do Cartaxo | Casa das Peles | JMFernandes | Sotinco | Tejo Rádio Jornal| Revista Dada | Jornal de Cá

As opiniões da estreia:
"Na estreia da "Trisavó de Pistola à Cinta" no Cartaxo. O que eu me ri!!!! Se puderem, vão lá ver! (...) Muito bem encenado, muito bem representado!!"
Alice Vieira

"Eu gostei MUITO. Muitas (ou todas) crianças deste País deviam ter acesso a este espetáculo!!"
Mário Júlio

"Que bela tarde! Que bela sessão! Que bom! Vão ver e divirtam-se!"
Maria Eduarda Colares

"El guión excepcional acompañada con una interpretación unica de 5*****, una excenificacion muy profesional
Mi mas sincera enhorabuena"
Jose Luis Abraham

Reservas: 243 701 600
cccultural@cm-cartaxo.pt

Carlos Ramos é António em "Forja"


Carlos Ramos (António)
Participou como figurante no grupo "Allegro". Entrou no filme "Luz" de Margarida Franco para a Escola Superior de Comunicação Social.
Na Área de Serviço participou em "O Inspector Geral", "O Dinheiro Não é Tudo na Vida", "Escândalo nas Notícias da Noite", "Pouco Barulho!", "A Princesa de Galochas”, “Mar”, “A Fuga dos Instrumentos”, “Bolero” e "Ai Jesus Que Se Apagou a Luz".

“FORJA”
de Alves Redol
encenação de Frederico Corado
Centro Cultural do Cartaxo
ESTREIA A 15 de JUNHO - às 21.30h
Dias 15, 16 e 22 e 23 de Junho às 21.30
Dias 17 de Junho às 16.00

RESERVE JÁ! ►: CCC - 243 701 600
Área de Serviço - 914 338 893

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Mário Júlio Reis é o Pai em "Forja"



Mário Júlio Reis (Pai)
Começou no teatro em 1976, depois das experiências escolares, no teatro universitário. Estudou expressão dramática e teatral na Escola do Magistério Primário do Porto com o Professor Francisco Beja, Ainda no Porto fez parte, como actor do Grupo T5: teatro de intervenção para a infância.
No Cartaxo trabalhou em teatro para crianças desenvolvendo uma corrente baseada na manipulação de objectos do quotidiano com o TAC - Teatro Amadores Combate, do qual fez parte da formação.
Membro da Direção da Associação Regional de Santarém do Teatro de Amadores. Formador de Expressão Dramática do Centro de Atividades Pedagógicas do Norte do Distrito de Santarém. Formador de Expressão Teatral e de Teatro de Fantoches do FAOJ de Santarém. Formador de Expressão Dramática e Coreográfica do Centro de Formação da Associação de Escolas do Cartaxo e Azambuja.
Actualmente dirige o Kaspiadas – Grupo Cénico da Casa do Povo de Pontével onde encenou o espectáculo para a infância “Farruncha”.
É sócio fundador da Área de Serviço onde é responsável pela montagens e construção cenográfica e fez parte dos espectáculos “O Marido Ideal”, “O Crime de Aldeia Velha”, “As Alegres Comadres de Windsor”, “O Inspector Geral”, “Pânico”, “Pânico nas Masmorras de Ourique”, “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, “para lá do Pânico!”, “Escândalo nas Notícias da Noite”, “Pouco Barulho!”, “Mar”, “Morto, Mas Pouco!”,  "Almoço de Família" e "Ai Jesus Que se Apagou a Luz".

“FORJA”
de Alves Redol
encenação de Frederico Corado
Centro Cultural do Cartaxo
ESTREIA A 15 de JUNHO - às 21.30h
Dias 15, 16 e 22 e 23 de Junho às 21.30 
Dias 17 de Junho às 16.00 

RESERVE JÁ! ►: CCC - 243 701 600
Área de Serviço - 914 338 893

"Forja estreia em Junho no Cartaxo



“FORJA”
de Alves Redol
encenação de Frederico Corado
Centro Cultural do Cartaxo

ESTREIA A 15 de JUNHO - às 21.30h
Dias 15, 16 e 22 e 23 de Junho às 21.30 
Dias 17 de Junho às 16.00 

“Forja”, é o regresso da Área de Serviço aos grandes textos do teatro português!
Depois de “Crime de Aldeia Velha” de Bernardo Santareno e “Mar” de Miguel Torga, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes textos de grandes autores nacionais, desta vez “Forja” de Alves Redol, autor, entre outros, dos romances “Gaibéus”, “Marés”, “Avieiros” , “Porto Manso”, “Os Homens e as Sombras”, “Cavalo Espantado” ou “Barranco de Cegos”. 

“Forja” de 1948 foi proibido pela censura e só foi levado à cena em Portugal cerca de vinte e um anos mais tarde, no Teatro Laura Alves, com encenação de Jorge Listopad. 

Este espectáculo encenado por Frederico Corado, que encenou também as anteriores produções da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo, é uma história sobre os Malafaia que vivem para a forja e pela palavra do pai, um retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

No longo Prefácio que, em Abril de 1966, Alves Redol escreveu para a edição do volume Teatro I (que incluía as peças “Forja” e “Maria Emília”) o autor explica o profundo significado social e político desse magnífico texto: “A forja desta tragédia é Hiroxima, tão distante e tão perto de cada um de nós. Nela arderam homens como meus tios se queimaram em pequena forja de ferreiro, todos sacrificados à mesma mão incendiária que os devorou.”

O elenco será composto pelo elenco residente da Área de Serviço e por algumas caras novas que fazem parte do projecto de teatro comunitário.

Frederico Corado propõe com esta “Forja” um drama de uma época e de um tempo que vai com toda a certeza marcar os espectadores numa grande produção, cuidada e bem trabalhada como a Área de Serviço já habituou os seus espectadores nos grandes sucessos anteriores.

Sinopse
Os Malafaia vivem para a forja e pela palavra do pai. O retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

Com Mário Júlio, Sara Xavier, Carlos Ramos, Carolina Seia, Gabriel Silva, Richard Tomás, Tomás Formiga, Mónica Coelho, Rosário Narciso, João Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Rita Camacho, Beatriz Dinis, Inês Barreiro, Pedro Neves, Lara Canteiro, João Cruz, Jeanine Steuve e o Grupo Coral Os Alentejanos no Cartaxo 

Encenação: Frederico Corado | Texto: Alves Redol | Concepção Cenográfica: Carlos Ouro e Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio com a colaboração de Carlos Ouro e Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação e Dramatugia: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Apoio: Beatriz Lamarosa, Inês Barreiro, Renan Carrasco, Lucas Ollivier, Marcelly Magalhães e Layla Pavanelli |Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros
Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo
Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/6
Bilhetes: 5€
Reservas: 243 701 600 | 914338893
centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Carlos Ramos é Harold Goringe em "Ai Jesus Que Se Apagou a Luz"


Carlos Ramos (Harold Goringe)
Participou como figurante no grupo "Allegro".
Na Área de Serviço participou em "O Inspector Geral", "O Dinheiro Não é Tudo na Vida", "Escândalo nas Notícias da Noite", "Pouco Barulho!", "A Princesa de Galochas”, “Mar”, “A Fuga dos Instrumentos” e “Bolero”.

Mónica Coelho é Clea em "Ai Jesus Que Se Apagou a Luz"


Mónica Coelho (Clea)
Desde muito cedo que se interessou pelo teatro. Tendo começado a participar em várias peças de teatro, na escola e na catequese.
Em 1999, depois da sua participação na eleição Rainha das Vindimas, onde representou Almeida Garrett, entrou para o Grupo de Teatro Amador Marcelino Mesquita.
Colabora desde então em diversos espectáculos e noite de variedades.
Em 2016, participa na curta-metragem “Luz”, projecto final da Escola Superior de Comunicação Social.
Na Área de Serviço, participei em “Escândalo nas Notícias da Noite” e “Pouco Barulho!”

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Mário Júlio Reis é Coronel Melkett em "Ai Jesus Que Se Apagou a Luz"


Mário Júlio Reis (Coronel Melkett)
Começou no teatro em 1976, depois das experiências escolares, no teatro universitário. Estudou expressão dramática e teatral na Escola do Magistério Primário do Porto com o Professor Francisco Beja, Ainda no Porto fez parte, como actor do Grupo T5: teatro de intervenção para a infância.
No Cartaxo trabalhou em teatro para crianças desenvolvendo uma corrente baseada na manipulação de objectos do quotidiano com o TAC - Teatro Amadores Combate, do qual fez parte da formação.
Membro da Direção da Associação Regional de Santarém do Teatro de Amadores. Formador de Expressão Dramática do Centro de Atividades Pedagógicas do Norte do Distrito de Santarém. Formador de Expressão Teatral e de Teatro de Fantoches do FAOJ de Santarém. Formador de Expressão Dramática e Coreográfica do Centro de Formação da Associação de Escolas do Cartaxo e Azambuja.
Actualmente dirige o Kaspiadas – Grupo Cénico da Casa do Povo de Pontével onde encenou o espectáculo para a infância “Farruncha”.
É sócio fundador da Área de Serviço onde é responsável pela montagens e construção cenográfica e fez parte dos espectáculos “O Marido Ideal”, “O Crime de Aldeia Velha”, “As Alegres Comadres de Windsor”, “O Inspector Geral”, “Pânico”, “Pânico nas Masmorras de Ourique”, “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, “para lá do Pânico!”, “Escândalo nas Notícias da Noite”, “Pouco Barulho!”, “Mar”, “Morto, Mas Pouco!” e "Almoço de Família".

“AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ”
de Peter Shaffer
encenação de Frederico Corado
Centro Cultural do Cartaxo
ESTREIA A 20 de ABRIL - às 21.30h
Dias 21, 27 e 28 de Abril 2018 às 21.30
Dia 22 de Abril 2018 às 16.00

RESERVE JÁ! ►: CCC - 243 701 600
Área de Serviço - 914 338 893

André Diogo é George Miller em "Ai Jesus Que Se Apagou a Luz"

 

André Diogo (George Miller)
Começou a fazer teatro na escola do 5° ao 9°ano em espectáculos musicais.
Teve uma participação na série “Super Pai” (TVI)
Frequentou o curso de teatro musical da EDSAE participando nos musicais "Hairspray" e "Addams Family". Frequentou aulas de canto no conservatório.
Na Área de Serviço participou em “O Inspector Geral”, “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, “Autópsia de Um Crime”, “Bolero” e "Almoço de Família"

“AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ”
de Peter Shaffer
encenação de Frederico Corado
Centro Cultural do Cartaxo
ESTREIA A 20 de ABRIL - às 21.30h
Dias 21, 27 e 28 de Abril 2018 às 21.30
Dia 22 de Abril 2018 às 16.00

RESERVE JÁ! ►: CCC - 243 701 600
Área de Serviço - 914 338 893

“Ai Jesus que se apagou a luz” estreia no Cartaxo!


“Ai Jesus que se apagou a luz” estreia no Cartaxo!
Comédia clássica inglesa estreia dia 20 de Abril
Dias 20, 21, 22, 27 e 28 de Abril 

Depois do estrondoso sucesso de “Pouco Barulho!” ou “Almoço de Família”, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes comédias, desta vez “Ai Jesus Que se Apagou a Luz” do grande dramaturgo inglês Peter Schaffer, autor de grandes peças como “Amadeus”, “Equus”, “Five Finger Exercise”, “The Royal Hunt of the Sun”, entre outras.

“Ai Jesus Que se Apagou a Luz” é uma comédia hilariante onde tudo corre mal e… às escura quando se funde um fusível…
Depois de duas grandes versões em Lisboa (nos anos 60 e 90), genialmente encabeçadas por Canto e Castro e Mário Viegas, chega agora a vez do Cartaxo receber esta “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz”!

O jovem escultor George Miller e a sua noiva, Carol, estão a fazer uma pequena festa com o objectivo de impressionar o intempestivo pai de Carol, o coronel Melkett e o milionário Georg Bamberger. Eles esperam que os dois homens possam comprar algumas das esculturas de Brindsley. Sem pedir ao seu vizinho, Harold, vão buscar os móveis a sua casa para tornar o seu próprio apartamento mais apresentável. Pouco antes da chegada dos convidados, um fusível rebenta, mergulhando todo o plano na escuridão. O que se segue é uma correria frenética com visitantes inesperados, identidades trocadas e surpresas à espreita em todos os cantos sombrios! Apenas nós, a plateia, podemos ver o que se passa no escuro. Como seria de esperar, os resultados são caóticos, desastrosos… e extraordinariamente divertidos

Na História do Teatro Português, a peça “Black Comedy” tem duas produções absolutamente históricas. Em 1967, com estreia no Teatro Villaret, em Lisboa, a 22 de Julho, estreia com o título “O Fusível”, numa produção de Raul Solnado, com encenação de Artur Ramos, com tradução de Armando Sampaio Ramos, cenário de Pedro Leitão e com as interpretações de Canto e Castro, Humberto Madeira e Raul Solnado, Barroso Lopes, Fernanda Borsatti, Henriqueta Maya e Júlia Babo, Luis Pinhão, Manuela de Freitas, o espectáculo iria depois em digressão ao Porto, ao Teatro Sá da Bandeira.
Em 1995 a peça voltava aos palcos portugueses, desta vez no Estúdio do Teatro Municipal de São Luiz pela Companhia Teatral do Chiado numa encenação de Mário Viegas, com o título “Comédia às Escuras”, desta vez com as interpretações de João Carracedo, Juvenal Garcês, Manuela Cassola, Mário Viegas, Pedro Tavares, Rita Lello e Sandra Faleiro.

Com André Diogo, Sara Inês, Mário Júlio Reis, Rosário Narciso, Carlos Ramos, Mauro Cebolo e Mónica Coelho 

Encenação: Frederico Corado | Texto: Peter Schaffer | Tradução: Maria Eduarda Colares | Adaptação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |
Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros
Centro Cultural do Cartaxo

ESTREIA A 20 de ABRIL - às 21.30h
Dias 21, 27 e 28 de Abril às 21.30 
Dia 22 de Abril às 16.00
Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico
Centro Cultural do Cartaxo
Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal
Teatro . M/6
Bilhetes: 5€ 
Reservas: 243 701 600 | 914338893
centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com 


sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Richard Tomas é Roberto Vigário em "Almoço de Família"


Participou na peça de teatro escolar "O Bicho de Sete Cabeças". Participou em diversas curtas-metragens: "Quero Morrer"; "Quero Morrer ou como não falecer"; "Meeting Charlie"; "C2H6O" e "VideoGame Addicted".
Frequentou Curso Intensivo de Verão da Área de Serviço e o Workshop de Video – da Ideia ao Fime, onde participou na curta-metragem “Eram Todos Mais Novos”.
Tem a sua estreia na Área de Serviço com “Almoço de Família”.

Tomás Formiga é Marco Vigário em "Almoço de Família"


Frequentou a Oficina de Teatro para a Infância da Professora Berta Pereira no Centro Cultural do Cartaxo, bem como o Curso Intensivo de Verão da Área de Serviço e o Workshop de Video – da Ideia ao Fime, onde participou na curta-metragem “Eram Todos Mais Novos”.
Teve a sua estreia com “Mar” na Área de Serviço, tendo participado também em “Bolero”.

João Nunes é Juvenal Vigário em "Almoço de Família"


Na Área de Serviço participou em “Crime de Aldeia Velha” “As Alegres Comadres de Windsor”, “O Inspector Geral” ”, "Nápoles Milionária", “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, "Escândalo nas Notícias da Noite", “Bolero” e “Almoço de Família”.

Sara Xavier é Amélia Vigário em "Almoço de Família"



Começou a fazer teatro no Grupo Marcelino Mesquita sob a direcção de Carlos Florentino onde participou em diversas peças e revistas.
Na Área de Serviço participou em “O Inspector Geral”, “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, “8 Mulheres”, “Nápoles Milionária”, “Mar”, “Bolero” e “Almoço de Família”.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

João Paulo é Adelino em "Almoço de Família"


João Paulo
Dezoito anos em competição de danças de salão.
Quatro ano no coro Alla Brevis.
Cantor, vocalista da Banda Odisseia e dos Beauty Sins.

Com a Área de Serviço participou em “Escândalo nas Notícias da Noite” e “Bolero”.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Carolina Seia Viana é Carlota em "Almoço de Família"



Carolina Seia Viana
Tirou o Curso Profissional de Artes do Espetáculo/Interpretação da Escola Dr. Ginestal Machado em Santarém.
Fez formação no Curso de Verão de Iniciação ao Teatro no Centro Cultural do Cartaxo.
Frequentou workshops de Vera Mantero, Teresa Silva, Filipe Pereira, Ana Rita Teodoro, Gonçalo Neto, Vânia Rovisco, Lídia Franco e Luís Stofel.
Participou em alguns espectáclos do TAJE e grupo “Allegro”.
Participou em “Parque Mayer” de António Pedro Vasconcelos, na curta-metargem “Insular” dos alunos da Universidade Lusófona, nas séries “Inspector Max”, “1986”, “Sim, Chef” e na série “3 Mulheres” de Fernando Vendrell.

Faz parte da formação e direcção da Área de Serviço tendo participado em “As Alegres Comadres de Windsor”, “O Inspector Geral”, “O Dinheiro Não é Tudo na Vida”, “Pânico”, "Nápoles Milionária", "8 Mulheres", "Pânico nas Masmorras de Ourique", "Escândalo nas Notícias da Noite", “A Trisavó de Pistola à Cinta”, “para lá do Pânico!”, “A Princesa de Galochas” , “Mar”, “Morto, Mas Pouco!”, “A Fuga dos Instrumentos” e “Bolero”.